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Cafeicultor aguarda medidas do governo para controlar câmbio

Setor de MG aguarda ações que minimizem os impactos da valorização do real


As freqüentes quedas da cotação do dólar no mercado têm diminuído a rentabilidade no segmento agropecuário do país. Mas, mesmo ciente do fato de que o câmbio é flutuante, o setor cafeeiro em Minas Gerais ainda acredita em medidas heterodoxas por parte do governo e também aguarda a implantação de ações de apoio que minimizem os impactos da crescente valorização do real frente ao dólar. "O produtor está assustado com a situação. Mas o governo federal não está omisso e tem tido boa vontade para pensar em alternativas, que têm que ser colocadas em prática com a maior urgência possível", afirmou o presidente da Comissão de Café da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), João Roberto Puliti.

Nesta semana, o dólar atingiu a mais baixa cotação desde janeiro de 2001, chegando a R$ 1,98. No ano passado, o saldo da balança comercial do agronegócio fechou em US$ 42,7 bilhões, valor que representa 93% do saldo total do saldo da balança comercial brasileira, que foi de US$ 46,077 bilhões. Em valores, as exportações do agronegócio representaram 36% do total dos negócios internacionais realizados pelo país, que somaram US$ 137,5 bilhões.

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