Cafeicultores evitam prejuízos com instabilidades
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Imagem: Sheila Flores
QUEDA NA PRODUÇÃO

Cafeicultores evitam prejuízos com instabilidades

Inúmeras áreas rurais do Brasil não possuem a eficiência energética de qualidade e, com isso, as tempestades de verão podem levar a paralisações e queda na produção
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Progressivamente, os cafeicultores brasileiros estão evoluindo quanto ao uso de equipamentos tecnológicos, seguindo os passos de alguns dos grandes produtores, que já utilizam instrumentos para recolher e analisar dados de clima e sol; checar a umidade do solo; fazer manejo de irrigação; mapear e monitorar áreas; usar motores elétricos e equipamentos que sejam resistentes a instabilidades, entre outras tecnologias e infraestruturas. Produzir melhor e em maior quantidade é um objetivo constante de agricultores que precisam se preocupar desde o clima, a qualidade da terra no plantio até as variações energéticas.

Uma das preocupações dos produtores tem sido a instabilidade energética devido as constantes tempestades (como as que aconteceram recentemente), pois inúmeras áreas rurais do Brasil, importantes no segmento cafeicultor, não possuem a eficiência energética de qualidade equivalente à de grandes centros urbanos. “Essa ineficiência da energia elétrica pode significar inúmeros prejuízos ao setor, por isso o cafeicultor precisa de precauções específicas diversas, entre elas o maior cuidado na aquisição de tecnologia em infraestrutura, motores elétricos e equipamentos, que sejam resistentes a instabilidades”, alerta Drauzio Menezes, diretor da Hercules Motores Elétricos.

Para evitar as possíveis paradas de produção e perdas por lucros cessantes na cafeicultura, o produtor não pode se equivocar com o uso de motores elétricos e equipamentos inadequados, que podem apresentar falhas devido à instabilidade energética. “A competitividade de uma empresa pode ser afetada por falhas repetitivas de motores elétricos e, por isso, torna-se fundamental uma estratégia eficaz tanto na aquisição como na manutenção deles, para que minimizem os custos e evitem as paralizações imprevistas na produção”, explica Menezes.

Segundo ele, já estão à disposição do cafeicultor motores modernos e tecnológicos, desenvolvidos especificamente para trabalharem com a oscilação de tensão: “A tecnologia está avançada e já existem motores elétricos que são mais resistentes e eficientes. A Hercules desenvolveu um componente de proteção, adicionado ao mecanismo do motor, que aciona e desliga partes do funcionamento. O sistema absorve o pico de corrente, que é enviada antes aos contatos do mecanismo, evitando, assim, maiores danos e, consequentemente, sua queima”.

Na produção de café, os motores elétricos utilizados necessitam ser precisos e ter características específicas quanto ao índice de carregamento e rendimento compatíveis com o fornecimento elétrico da região produtora. “Há motores preparados para atender a estas variações como os especialmente desenvolvidos e preparados com o chamado Clik Rural, que atendem a tensões de 110-127 V; 220-254 V; 220-254 V e de 440-508 V”, finaliza o diretor da Hercules Motores Elétricos.

 

 


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