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Capim Anoni causa prejuízos em pastagens do RS

Estima-se que hoje, no estado do Rio Grande do Sul existam 1,5 milhão de ha com o problema


Uma planta exótica trazida da África na década de 50 para ser uma alternativa no melhoramento das pastagens do Sul do Brasil está se tornando um problema grave em várias regiões do estado do Rio Grande do Sul. A proliferação desta planta é muito rápida, pois o desenvolvimento inicial e agressividade na competição com as plantas nativas, a tornam apta a tomar conta dos campos nativos. Estima-se que hoje, no estado do Rio Grande do Sul existam 1,5 milhão de ha com o problema.  

Por ser uma planta fibrosa, ela fica presa nos dentes dos bovinos, inflama a gengiva e leva a perda precoce da dentição.Tal fato representa um problema econômico grave, pois acarreta prejuízos irrecuperáveis aos produtores com problemas de engorde dos animais que pastoreiam áreas com a presença do Anoni. 

O controle desta espécie é difícil. Inicialmente, realiza-se a dessecação das áreas na tentativa de barrar a expanção. Porém, o controle deve ser mais preventivo, atuando em desinfestação de locais de feiras, exposições e remates, eliminação das plantas em beiras de estradas,corredores e rodovias. O gado que é originário destas regiões devem passar por um período de confinamento, pois as sementes apresentam viabilidade mesmo depois de passarem pelo processo digestivo. Este tem sido um fator importante na disseminação da doença para Santa Catarina e Paraná. 

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