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Carnes seguem com desempenho aquém de um ano atrás na exportação

Mercado ainda não deslanchou


Em maio, a exportação das três carnes continuou apresentando resultados bem aquém dos desejados ou, mesmo, previstos

Comparativamente ao mesmo mês do ano passado, apenas a carne suína apresentou variação positiva no volume embarcado no mês (+25,19%). Mas foi porque o embarque de um ano atrás foi baixo, não porque se registrasse aumento expressivo neste ano. E embora o índice de incremento tenha sido expressivo, não impediu o retrocesso no volume global das três carnes (-7,3%), situação que, embora em menor escala, se repetiu na comparação com o mês anterior (de abril para maio, queda de 0,76% no volume total embarcado).

Com o dólar se fortalecendo cada vez mais (em detrimento da moeda brasileira), é praticamente inevitável uma queda no preço médio das três carnes. No entanto, carne suína e de frango fecharam maio com valorização (de 8,26% e 5,85%, respectivamente) sobre o mês anterior. Indício de que o mercado internacional começa a apresentar mudanças que devem favorecer e fazer avançar as exportações do Brasil.

Por ora elas ainda não ocorreram. Assim, embora em relação a abril passado a receita cambial das três carnes tenha aumentado, em comparação a maio de 2014 prevalece redução superior a 20% e que não resulta apenas da forte valorização do dólar. Ou seja: o mercado ainda não deslanchou. 
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