Castro terá Complexo Industrial da Cargill
Fábrica será construída a partir de janeiro de 2012 em uma área de 300 hectares
Foi oficializada na sexta-feira (5) a instalação da nova fábrica de processamento de milho da Cargill em Castro para a produção de amidos e adoçantes para uso industrial em lácteos, balas, confeitos, bebidas, pães e na indústria de papel e papelão, além de nutrição animal, com investimento de R$ 350 milhões e a geração de 200 empregos diretos e outros 600 indiretos. Na solenidade de assinatura do protocolo de intenções entre a multinacional e o governo do Estado, que aconteceu no Memorial da Imigração Holandesa da Colônia Castrolanda, a multinacional anunciou que pretende construir um Complexo Industrial no Município, o que deve permitir a instalação de mais de seis empresas parceiras e elevar o investimento para R$ 1,2 bilhão, atingindo o mesmo porte do que a Cargill já mantém em outros pontos do mundo e formando uma biorefinaria.
Segundo o presidente da Cargill no Brasil, Marcelo Martins, a empresa está criando uma estrutura de diálogo com indústrias parceiras para se instalarem no Complexo Industrial, mas que, por enquanto, maiores detalhes não poderiam ser anunciados. Martins preferiu se restringir aos investimentos oriundos da Cargill em Castro, que somarão R$ 350 milhões, com a geração de 200 empregos diretos. Citou ainda que a fábrica será construída a partir de janeiro de 2012 em uma área de 300 hectares – que ainda está sendo negociada – e que a produção começará no segundo semestre de 2013. Essa será a segunda fábrica no Brasil para a produção de adoçantes e amidos, a primeira funciona em Uberlândia, em Minas Gerais. “Nosso foco de abastecimento é voltado para o mercado doméstico, mas também vamos produzir para exportação”, revelou.