Cenário econômico mundial favorável e dúvidas com safra brasileira favorecem alta do açúcar

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Imagem: Eliza Maliszewski
MERCADO

Cenário econômico mundial favorável e dúvidas com safra brasileira favorecem alta do açúcar

Temores de uma oferta apertada de açúcar no Brasil têm sustentado as cotações do açúcar bruto nas bolsas internacionais
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O cenário macroeconômico positivo nos Estados Unidos e na China e os temores de uma oferta apertada de açúcar no Brasil, maior produtor mundial da commodity, têm sustentado as cotações do açúcar bruto nas bolsas internacionais. Na última sexta-feira (16), a commodity atingiu a máxima de seis semanas e se aproximou dos 17 centavos de dólar por libra-peso.

Na ICE, de Nova York, o vencimento maio/21 foi comercializado na sexta-feira em 16,72 centavos de dólar por libra-peso, alta de 34 pontos, ou 2,1% no comparativo com a véspera. Na semana, segundo apurou a Reuters, a commodity acumulou alta de mais de 8%. O vencimento julho/21 subiu 26 pontos na sexta-feira, com negócios em 16,57 cts/lb. Os demais lotes se valorizaram entre 6 e 21 pontos.

Ainda segundo a Reuters, "o adoçante tem sido apoiado por um cenário econômico mais positivo, além de temores de que a produção de açúcar do Brasil enfrente dificuldades para atingir a marca de 36 milhões de toneladas projetada anteriormente".

"Operadores alertaram, no entanto, que o rali é amplamente baseado no entusiasmo do mercado, já que os temores com a safra do Brasil já circulam por algum tempo e o mercado possui ofertas suficientes partindo da Índia", disseram analistas.

Açúcar branco

Em Londres o açúcar branco também fechou a sexta-feira em alta em todos os lotes. O vencimento maio/21 foi comercializado em US$ 463,30 a tonelada, valorização de 6,90 dólares no comparativo com a véspera. Já a tela agosto/21 subiu 5,50 dólares, negociada em US$ 453,40 a tonelada. Os demais contratos subiram entre 1,20 e 3,50 dólares.

Açúcar cristal

No mercado doméstico o açúcar cristal também fechou em alta na última sexta-feira pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada em R$ 108,23, contra R$ 107,05 da véspera, alta de 1,10% no comparativo.


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