Ceres Sementes discute beneficios do sorgo sacarino e sorgo alta biomassa
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Agronegócio

Ceres Sementes discute beneficios do sorgo sacarino e sorgo alta biomassa

Empresa vai concluir até junho safra comercial de híbridos de sorgo
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A equipe técnica da Ceres Sementes do Brasil iniciou no final do mês de março seu programa BLADE® Tour. A iniciativa tem objetivo de apresentar, em mais de 40 áreas no Brasil, a linha de novos produtos e lançamentos futuros em Sorgo Sacarino Blade®, para produção de etanol e energia (bagaço) e Sorgo Alta Biomassa Blade@, para geração de energia e calor (combustão).
 
Para o Blade® Tour, parceiros estratégicos como usinas do setor sucroenergético, indústrias consumidoras de biomassa e consultores técnicos estão sendo convidados.
 
Os encontros focalizam, sobretudo, práticas agronômicas e a viabilidade de utilização da linha de Sorgo Blade® em complemento às matérias primas já utilizadas, buscando aumento de produtividade e disponibilidade de novas soluções, tanto para etanol quanto para biomassa.
 
Até o momento já participaram empresas como Usina Delta, Usina Nova Gália, Usina Libra, Usina Ester, Usina Branco Peres, Cutrale entre outras.
 
O programa BLADE® Tour acontece em cerca de 20 municípios dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais. O objetivo é aumentar a abrangência do programa safra após safra, demonstrando os ganhos em produtividade que a cultura pode oferecer por meio do alto investimento em melhoramento local que a Ceres vem desenvolvendo no Brasil.
 
A Ceres Sementes do Brasil é uma subsidiária da norte americana Ceres Inc.. A empresa está completando 4 anos de Brasil e concluirá até junho sua safra comercial de híbridos de Sorgo Sacarino Blade® e Sorgo Alta Biomassa Blade®.
 
Detentora de um dos maiores bancos de germoplasma de sorgo do mundo, a Ceres investe fortemente para consolidar seus híbridos como novas matrizes energéticas da produção de etanol e energia de biomassa no País.
 
Em mais de 40 áreas, entre comercial e pesquisa, as principais empresas do setor sucroenergético conheceram e testaram a linha de Sorgo Blade®, cujo processamento industrial para etanol ocorre nas usinas durante a entressafra da cana-de-açúcar; a biomassa também pode ser utilizada neste período ou armazenada. “Esses híbridos funcionam como complemento de matéria-prima”, reforça Wagner Seara, gerente de vendas.
 
No tocante ao etanol, uma projeção da consultoria Datagro - divulgada recentemente por uma agência de notícias - indica que a cultura do sorgo sacarino pode adicionar aos números da indústria sucroenergética brasileira, anualmente, um volume situado entre 3,5 mil e 5 mil litros do biocombustível por hectare. Nos dias de hoje, essa relação seria equivalente ao acréscimo de 5 bilhões de litros de etanol no mercado – a produção nacional é da ordem 25 bilhões de litros/ano.
 
Em relação ao híbrido alta biomassa BLADE® já comercializado pela Ceres, a empresa ressalta que o produto apresenta hoje 23% de fibra em sua composição e um potencial de produtividade média de até 42 toneladas por hectare a 50% de umidade.
 
Safra 2013/14 – Segundo a área de Melhoramento Genético da Ceres Brasil, na safra em andamento são esperados resultados promissores, em diferentes regiões do País, quanto aos indicadores de produção de etanol por hectare cultivado com híbridos de sorgo sacarino Blade®.
 
A safra de sorgo alta biomassa também caminha favoravelmente. De acordo com a empresa, os testes e pesquisas apontam, inclusive, haver excelente potencial de mercado para estender o uso do híbrido Blade® além das usinas: nas indústrias alimentícia, citrícola, frigorífica e de grãos, por exemplo, entre outras que empregam biomassa como fonte para geração de calor e energia.
 
O ciclo reprodutivo do sorgo é da ordem de 100 a 150 dias. Acontece exatamente na entressafra da cana. As coincidências entre essas plantas, por sinal, são surpreendentes: ambas contam com excelente potencial energético resultante do acúmulo de açúcares, por exemplo. Os equipamentos usados no processamento da cana, na colheita e na industrialização, são praticamente os mesmos necessários ao manejo dos híbridos de sorgo.

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