Problemas climáticos no Brasil e Argentina e provável redução de estoques finais pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) acabaram elevando as cotações, segundo informações da TF Agroeconômicas. “Há especulações de que o USDA elevará a projeção de exportação dos EUA, o que resultaria em um ajuste nos estoques finais. Espera-se que a China reative as compras na América do Norte, embora até agora tenham sido feitas para o Brasil”, comenta.
Chicago tem elevação nas cotações
“Enquanto isso, na América do Sul, os mapas de previsão voltam a chamar a atenção"
Por Leonardo Gottems
05/11/2020 06h15 · Fonte: Agrolink








