Chuvas favorecem retomada do desenvolvimento da mandioca
Produção de mandioca avança em Santa Rosa
Foto: Canva
De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (15), o cultivo de mandioca e aipim apresenta comportamentos distintos entre as regiões produtoras do Rio Grande do Sul, influenciados principalmente pelas condições climáticas e pelo estágio de desenvolvimento das lavouras.
Na região administrativa de Soledade, o período de tempo úmido tem favorecido a incidência de bacterioses na cultura, que se encontra em fase de desenvolvimento vegetativo, com potencial de produção considerado adequado. Conforme o informativo, “o tempo úmido do período favorece a incidência de bacterioses na cultura”. No município de Mato Leitão, os preços praticados variam entre R$ 20,00 e R$ 25,00 por caixa de 22 quilos.
Na região de Santa Rosa, são cultivados 6.329 hectares de mandioca destinados ao consumo humano, à transformação em polvilho e, em períodos de restrição das forrageiras, à alimentação animal. A produtividade média estimada é de 17 mil quilos por hectare, e as chuvas recentes contribuíram para a retomada do desenvolvimento das plantas. As lavouras estão em estágio vegetativo e passam por tratos culturais, com evolução considerada regular.
O boletim registra ainda o início das colheitas em Garruchos, com boa quantidade de raízes por planta, embora o calibre ainda seja reduzido, o que limita uma colheita mais ampla. Segundo a Emater/RS-Ascar, as raízes colhidas apresentam baixo teor de amido, o que resulta em “cozimento dificultado e sabor menos característico”, fatores que também desestimulam a intensificação da colheita. Na região, a cotação permanece em R$ 6,00 o quilo com casca e R$ 9,00 o quilo descascada.