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Coadjuvante de tecnologia aumenta a vida útil dos derivados da mandioca

O tratamento com o Proxitane 1512 AL é realizado na industrialização, especialmente depois da moagem da raiz e na fase de concentração do chamado leite da mandioca para a secagem e formação da fécula e biju


O tratamento com o Proxitane 1512 AL é realizado na industrialização, especialmente depois da moagem da raiz e na fase de concentração do chamado leite da mandioca para a secagem e formação da fécula e biju.

Sexta matéria-prima agroindustrial mais produzida no mundo, a mandioca por sua própria origem transfere às indústrias uma carga de contaminantes microbianos elevada, principalmente de Bacilus formadores de esporos e termoresistentes. Durante o processo de fabricação de fécula, polvilho, sagu e tapioca as possibilidades de contaminação duplicam, favorecendo o aparecimento de outros microrganismos, como os fungos. Os prejuízos vão da deterioração prematura dos produtos ao aparecimento de toxinas, como tem acontecido na indústria da mandioca na África.

"A elevada carga microbiana presente no produto final da mandioca diminui a vida útil dos derivados para uso industrial e impedem a utilização da fécula no uso de alimentos industrializados", explica o mestre de Microbiologia da Thech Desinfecção, Carlos Henrique Christo. Hoje, a fécula de mandioca é empregada principalmente na indústria têxtil, papeleira, de tinta e moldes. As aplicações mais nobres são realizadas pela cadeia alimentícia e farmacêutica, uma vez que a fécula forma um gel mais firme e econômico do que o de milho.

Há 13 anos no mercado, a Thech Desinfecção desenvolveu soluções e produtos biodegradáveis para prevenir a entrada de doenças que atacam os ambientes de beneficiamento. Elaborados à base de ácido peracético, se decompõem em água e oxigênio. Sem deixar resíduos tóxicos, os produtos dispensam a necessidade do enxágüe, fonte de recontaminação, na maioria das aplicações e não apresenta risco aos operadores. "O produto atua oxidando componentes imprescindíveis à sobrevivência dos microorganismos, eliminando-os e não permitindo a formação de agentes resistentes", afirma Christo.

Estudo divulgado pela Universidade Federal de Santa Maria (RS) também revelou que as condições higiênico-sanitárias propiciam as menores incidências de bolores e leveduras e coliformes termotolerantes nas massas ralada e prensada. As informações são de assessoria de imprensa.

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