Com tomate e limão mais baratos, inflação fecha semestre em 2,66%

Agronegócio

Com tomate e limão mais baratos, inflação fecha semestre em 2,66%

Taxa é inferior à do mesmo período de 2008, quando ficou em 3,84%. Na semana, taxa de 0,12% é a menor desde setembro de 2008
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G1/Globo.com

Os preços do tomate e do limão foram os principais responsáveis pela inflação menor no primeiro semestre deste ano, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). De janeiro a junho, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) acumulou alta de 2,66% - menor que a registrada no mesmo período do ano anterior, quando ficou em 3,84%.

No semestre, os preços do tomate caíram 26,85%, enquanto os do limão recuaram 59,18%. Também contribuíram as reduções nos preços de passagem aérea (-26,90%) e feijão preto (-33,26%). Em 12 meses, a taxa acumulada do IPC-S é de 4,87%, também inferior à acumulada nos 12 meses até junho de 2008 (5,96%).

Quarta semana de junho

Na passagem da terceira para a quarta semanas de junho, a alta menor dos gastos com habitação levou o IPC-S a recuar pela terceira semana consecutiva. O indicador fechou o mês em 0,12%, na menor taxa desde a última semana de setembro de 2008, quando havia ficado em -0,09%.

Na mesma comparação, a taxa do grupo habitação recuou de 0,30% para 0,12%, sob influência dos preços da energia residencial, que ficaram em média 1,55% mais baratos, seguindo um recuo de 0,71% na semana anterior. A taxa do grupo despesas diversas também ficou menor na mesma comparação, passando de 1,11% para 0,31%, com destaque para a alta menor dos preços dos cigarros (de 2,51% para 0,24%).

Os preços dos alimentos tiveram alta maior, com a taxa passando de 0,01% para 0,12%. Ainda assim, vieram do grupo quatro das cinco maiores influências de baixa sobre o IPC-S: mamão papaya (-20,18%), cenoura (-22,94%), batata inglesa (-8,00%), e laranja pêra (-8,29%).

Contribuíram ainda para reduzir a taxa do IPC-S os grupos vestuário (de 0,64% para 0,43%), transportes (de -0,07% para -0,14%), educação, leitura e recreação (de 0,05% para -0,04%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,32% para 0,27%).


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