De acordo com informações levantadas pela T&F Consultoria Agroeconômica, o preço do milho no mercado do Rio Grande do Sul teve alta na maioria das praças pesquisadas, sendo que a maior delas ocorreu em Rio Grande, a principal cidade portuária do estado, saindo de R$ 46,00 para R$ 50,00, um aumento de 8,70%. A maior queda, no entanto, foi registrada em Passo Fundo, que caiu de R$ 48,00 para R$ 46,80, recuo de -2,08%.
Em Santa Catarina, os níveis se mantiveram equilibrados nesse início de semana, sendo que o maior aumento ocorreu em Campos Novos (6,12% para R$ 52,00) e a maior queda ficou por conta de Chapecó (-4,00% para R$ 48,00). No Paraná, a exemplo do seu estado vizinho, os preços oscilaram em poucos lugares, mas Ponta Grossa registrou baixa de –8,00%, para R$ 46,00 e Guarapuava registrou outra queda, dessa vez de –4,26%, para R$ 45,00.
São Paulo novamente só teve aumentos no preço do milho em quase todas as praças pesquisadas, foi assim em Mogiana (1,02% para R$ 49,50) e São Carlos (0,63% para R$ 51,32), sendo que em Cândido Mota não houve oscilações. Em Brasília, foi registrada uma queda de –6,38%, chegando em R$ 44,00.
Nas praças de Goiânia, o principal destaque ficou por conta de Cristalina, que registrou queda de –3,41%, para R$ 42,50 e também de Jataí, que teve alta de 7,14%, chegando em R$ 45,00. Em Minas Gerais, todas as praças tiveram 0,00% de oscilação, com preços girando em torno de R$ 46,00, menos em Unaí, que baixou suas estimativas em –9,00%, para R$ 45,50.
“O movimento que resulta em forte queda das ações dos frigoríficos na B3 nesta segunda-feira é exagerado e não leva em consideração eventuais reflexos positivos do recuo do petróleo para o setor, avalia uma fonte do mercado de carnes”, conclui a T&F.