ARCO quer aumentar rebanho para ter oferta de produto e estimular o consumo
O consumo per capita de carne ovina no Brasil é de apenas 400 gramas por pessoa ano e está muito abaixo de outros tipos de carne, como a de aves que chega a 43,4 quilos por ano, a bovina, que é de 37,4 quilos por ano e a suína, que é de 14,1 quilos por ano. Os dados foram apresentados nessa quinta-feira (28-06), em Campo Grande, pelo presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (ARCO), Paulo Afonso Schwab, durante o Encontro Sul-Mato-Grossense Proovinos, que foi promovido pelo Senar, Famasul e Funar.
Segundo o presidente da ARCO, o rebanho brasileiro, de aproximadamente 17,3 milhões de animais, é insuficiente para atender a demanda do mercado interno e a maior parte dos animais não tem registro formal. "No ano passado o consumo brasileiro de carne ovina chegou a 88,4 mil toneladas, mas a maior parte dessa carne foi abatida informalmente, 74,4 mil toneladas. A produção inspecionada, ou seja, o abate oficial foi de apenas 6,1 mil toneladas e as importações chegaram a 7,8 mil toneladas", comenta.
Schwab diz ainda que se o consumo per capita de carne ovina no País passasse momentaneamente de 400 gramas para 2,5 quilos por pessoa ano que o Brasil precisaria para atender essa demanda de um rebanho de 50 milhões de animais. "Mais do que demanda grande pelo produto, temos bons preços no horizonte dos próximos dez anos tanto no mercado interno, quanto no externo, que se abre, principalmente o dos países árabes, se tivermos produção", comenta.
O presidente da ARCO revela ainda que a carne ovina é pouco consumida no País em razão de uma série de fatores como: falta de hábito de consumo pela população, irregularidade da oferta, má qualidade do produto colocado a venda, em razão de boa parte vir do abate informal e má apresentação do produto ao público.
"Hoje nosso grande foco do trabalho é aumentar o rebanho. Com produção, a indústria vai se instalar. Não podemos nem fazer propaganda atualmente da carne ovina porque não vamos ter condições de atender a demanda", comenta, completando que os frigoríficos de ovinos regularmente instalados em todo o País estão operando com grande capacidade ociosa.
Segundo o presidente da ARCO, o rebanho brasileiro, de aproximadamente 17,3 milhões de animais, é insuficiente para atender a demanda do mercado interno e a maior parte dos animais não tem registro formal. "No ano passado o consumo brasileiro de carne ovina chegou a 88,4 mil toneladas, mas a maior parte dessa carne foi abatida informalmente, 74,4 mil toneladas. A produção inspecionada, ou seja, o abate oficial foi de apenas 6,1 mil toneladas e as importações chegaram a 7,8 mil toneladas", comenta.
Schwab diz ainda que se o consumo per capita de carne ovina no País passasse momentaneamente de 400 gramas para 2,5 quilos por pessoa ano que o Brasil precisaria para atender essa demanda de um rebanho de 50 milhões de animais. "Mais do que demanda grande pelo produto, temos bons preços no horizonte dos próximos dez anos tanto no mercado interno, quanto no externo, que se abre, principalmente o dos países árabes, se tivermos produção", comenta.
O presidente da ARCO revela ainda que a carne ovina é pouco consumida no País em razão de uma série de fatores como: falta de hábito de consumo pela população, irregularidade da oferta, má qualidade do produto colocado a venda, em razão de boa parte vir do abate informal e má apresentação do produto ao público.
"Hoje nosso grande foco do trabalho é aumentar o rebanho. Com produção, a indústria vai se instalar. Não podemos nem fazer propaganda atualmente da carne ovina porque não vamos ter condições de atender a demanda", comenta, completando que os frigoríficos de ovinos regularmente instalados em todo o País estão operando com grande capacidade ociosa.








