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Copalma também arrendará as suas unidades de grãos

A Copalma, de Palmeira das Missões (RS), está em tratativas com a Cotrimaio, a Cotrijuí e Coagril


Outra cooperativa gaúcha afetada pela seca tenta solucionar a crise desfazendo-se de seus ativos. A Copalma, de Palmeira das Missões, está em tratativas com as também gaúchas Cotrimaio, a Cotrijuí e Coagril. Com dívidas de R$ 80 milhões e queda no faturamento de R$ 320 milhões em 2004 para menos de R$ 100 milhões este ano em conseqüência da seca, a Copalma está negociando as mais de 15 unidades de recebimento de grãos.


O presidente da Copalma, Daniel Witeck, não estava disponível para comentar o assunto na terça-feira. Mas Rui Polidoro Pinto, presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado (Fecoagro) Fecoagro, disse que a operação consiste num "socorro" para garantir principalmente o pagamento dos créditos dos 4,3 mil cooperados.
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