Copla Campo 2020 apresenta o potencial da proteína Harpin
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Imagem: Pixabay

CANA-DE-AÇÚCAR

Copla Campo 2020 apresenta o potencial da proteína Harpin

A tecnologia aplicada estimula o desenvolvimento e a produção de plantas de forma sustentável
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A Plant Health Care chega à Copla Campo 2020 celebrando uma parceria com a Coplacana que vem acumulando sucessivos anos de ganhos de produtividade. Durante os quatro dias da 6ª Copla Campo, feira de tecnologia do Agro da COPLACANA, que acontece de 10 a 13 de fevereiro, em sua Unidade de Grãos de Piracicaba, produtores de todo o país poderão conhecer, na prática, os efeitos do H2COPLA nas lavouras de cana, soja e milho, plantadas na área do evento. Em números também. Avaliações realizadas em mais de 70 áreas comerciais mostraram que a  proteína Harpin – proteína hidrolisada que compõe o H2COPLA – lançada em 2016 nas lavouras da COPLACANA de Piracicaba, trouxe um ganho significativo de produtividade aos canaviais, em média, superior a 23% de TCH (tonelada de cana por hectare) e TAH (tonelada de açúcar por hectare), demonstrando a viabilidade agronômica e econômica desta nova tecnologia.

Diante da difícil situação brasileira para as plantações de cana de açúcar atingidas fortemente pela seca do primeiro semestre de 2019, quando se pontuava a ociosidade das usinas do setor sucroalcooleiro, com 23% das usinas anunciando previsão de falta de matéria prima para moer naquela safra, a COPLACANA enxergou na Plant Health Care uma forte aliada para reverter este quadro e a seca deixou de ser uma barreira ao desenvolvimento de suas lavouras de cana de açúcar. “Nosso maior objetivo é trazer aos nossos cooperados produtos que tornem a cultura mais rentável. O H2COPLA é algo que realmente eleva a produtividade das lavouras. E o resultado não foi visto só no primeiro corte, tudo o que viemos acompanhando demonstrou que sua aplicação torna as culturas muito mais rentáveis”, comemora Arnaldo Antonio Bortoletto, presidente da COPLACANA, a primeira cooperativa de plantadores de cana-de-açúcar do estado de São Paulo. Fundada em 1948, hoje oferece insumos e serviço de assistência a produtores de diversas culturas dos estados de São Paulo, Paraná, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. 

“Avaliamos que a cana se revigorou como se estivesse no corte anterior. Nunca vimos uma intensidade igual ou parecida. Mesmo diante dos problemas climáticos, aumentamos em torno de 20% o ganho de produtividade”, segundo Gilmar Morais, da Usina Furlan, um dos primeiros clientes a usar o H2COPLA. “A média normal de produtividade seria de 92 toneladas/hectare, com a aplicação do produto, saltamos para 110 toneladas/hectare.”, conclui Gilmar. Apresentada aos produtores na Copla Campo 2018, surpreendeu aqueles que usaram comercialmente. “É uma ferramenta nova para o aumento da produtividade, entregando o que promete realmente. Eu comecei aplicando em 350 hectares e hoje utilizo em 1.500 hectares.”, afirma Ricardo Ducati Delarco, produtor de cana-de-açúcar de Monte Azul Paulista. “É inovação, bem diferente de tudo o que já vi. Estou muito feliz com os resultados”, comenta Leandro Malvistiti, produtor de cana-de-açúcar de Araras.

Destaque no setor de agronegócios, a Plant Health Care estará presente na rua principal do evento demonstrando todo o potencial inovador que o H2COPLA vem trazendo para as diferentes culturas.  A nova tecnologia é resultado de mais de 20 anos de desenvolvimento e pesquisa, iniciados na Universidade de Cornell (EUA), pelo cientista e hoje Vice-Presidente de Tecnologias da PHC PhD., Zhongmin Wei, que criou um produto a partir de proteína hidrolisada secretada por bactérias fitopatogênicas de ocorrência natural no meio ambiente. Em 1992, os estudos sobre a proteína Harpin foram divulgados na capa de uma das mais importantes publicações internacionais científicas, a Revista Science. Em 1995, nascia a Plant Health Care (PHC), empresa americana, que hoje atua globalmente, dedicada ao desenvolvimento e comercialização de tecnologias que melhoram a produção agrícola.

A tecnologia aplicada estimula o desenvolvimento e a produção de plantas de forma sustentável, ativando o potencial fisiológico das mesmas. É um elicitor que permite que a planta se desenvolva fisiologicamente e prepare-se para passar por estresses. Com isso, a planta desenvolve melhores raízes, absorvendo mais e melhor os nutrientes, crescendo mais forte, com maior amplitude e resistência, gerando melhores produtividades. Hoje, seus benefícios podem ser vistos em todo o tipo de lavouras ao redor do mundo. Das maçãs Gala de Lerida, na Espanha, aos morangos californianos, das laranjas da Flórida às plantações europeias de oliveiras ou às de macadâmia da África do Sul. No Brasil em cana-de-açúcar, com resultados persistentes, visíveis e muitas vezes acima das expectativas, começando pelos cooperados da COPLACANA, a proteína Harpin já demonstra também resultados consistentes nas culturas de soja, milho e outros cultivos, conquistando cada vez mais produtores ávidos pela novidade após enxergarem os ótimos resultados obtidos, pioneiramente, junto à cultura da cana.

Para Álvaro Amgarten, produtor de cana e soja da região de Cosmópolis, o resultado é visível e certo. “A cana enraiza muito mais rápido e isso só traz vantagem para a lavoura. É só passar e esperar o resultado na safra”, revela Amgarten. “Comecei testando com 50 hectares de soja, notei mais raízes e maior tamanho na parte aérea da planta, aprovei. Fui para 400 hectares de milho, comprovei a sanidade das plantas bem superior à testemunha (área reservada, sem aplicação do produto, para comparativo de produção). A partir daí, já apliquei no total dos meus 4 mil hectares de soja e estou testando também na cultura da laranja. É um produto com alta tecnologia que vem trazendo ótimos resultados”, recomenda Guilherme Jacon, produtor de Porto Ferreira. 

Rodrigo de Miranda, engenheiro agrônomo, foi o precursor dos testes com a proteína no Brasil há 3 anos.  Sonhando em transformar a realidade do agronegócio brasileiro com um produto orgânico que oferecesse benefícios ao produtor e ao meio ambiente, ele convenceu a empresa americana, detentora da patente tecnológica, a testar a inovação em um dos maiores mercados agrícolas do mundo, o Brasil. Trazendo na bagagem Fé e ciência, em 1º de setembro de 2016, foi ao campo e pulverizou, pessoalmente, quatro campos de cana-de-açúcar na região de Piracicaba. Em 60 dias, viu o resultado e não parou mais de compartilhar esse sucesso. “O produto pode ser utilizado em todas as culturas. Nunca deu resultado negativo no Brasil. Apenas 30 minutos após à aplicação, a planta já recebeu a mensagem e, em 24 horas, estará fisiologicamente preparando-se para explorar todo seu potencial natural”, esclarece Rodrigo, hoje diretor da Plant Health Care Brasil. “É como se a planta recebesse um carinho, um cuidado especial, que permite desenvolver-se mesmo em condições adversas. Uma espécie de “vacina” orgânica completa, desenvolvida pela Plant Health Care”.

Hoje a proteína Harpin é utilizada por mais de 200 produtores, em mais de 20.000 ha tratados com o produto desde a safra 2018/19. Além disso, está presente em campos de 35 usinas, que representam uma área cultivada de 1,2 milhão de ha. “Hoje temos também bons e consistentes resultados na cultura da soja, com fortes benefícios no estabelecimento e desenvolvimento dessa cultura, com produção de pelo menos 15% a mais, trazendo um retorno sobre o investimento de pelo menos 30 vezes”, acrescenta Sergio Almeida, gerente de desenvolvimento e regulamentação da Plant Health Care Brasil. 

Características disruptivas da proteína Harpin para as lavouras:

Orgânico e altamente ativo, estimula a fisiologia da planta
Não penetra na planta e, por isso, não deixa nenhum resíduo na produção
Sustentável porque, em contato com o meio ambiente, degrada-se em minutos
Combinado a outras soluções existentes no mercado, entrega ainda melhores resultados
Maior expressão do potencial produtivo da planta
 

 


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