Declínio das pastagens eleva preço do boi gordo no RS

Agronegócio

Declínio das pastagens eleva preço do boi gordo no RS

De acordo com pesquisa de preços realizada pela Emater/RS–Ascar, o preço médio do boi gordo passou de R$ 2,50 para R$ 2,60 o kg vivo, alta de 4,00%
Por: -Janice
366 acessos

Apesar das chuvas irregulares, que ocorreram no início desta semana, a falta de água mais abundante ainda preocupa parte dos produtores gaúchos. É o caso dos produtores da região sudoeste do Estado, onde o desvio negativo da umidade no solo em relação à média é bastante elevado, superando os 80%. Isso tem prejudicando, de maneira intensa, as condições das pastagens (tanto nativas como cultivadas), que não encontram condições adequadas a um bom desenvolvimento. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, as baixas temperaturas dos últimos dias intensificam as conseqüências negativas para as pastagens dessa região, que apresenta plantio de novas áreas, assim como o replantio, com forrageira hibernais, em especial a aveia e azevém.

Na bovinocultura de corte, a semana apresentou forte alta no preço médio do boi gordo e da vaca gorda, em função da escassez na oferta de animais para abate. De acordo com pesquisa de preços realizada pela Emater/RS–Ascar, o preço médio do boi gordo passou de R$ 2,50 para R$ 2,60 o kg vivo, alta de 4,00%. A variação da vaca gorda foi de 3,14%, passando de R$ 2,23 para R$ 2,30 o kg vivo. Na região da Campanha, o rebanho segue em dificuldades. A oferta de alimento proveniente do campo nativo é pequena e as pastagens cultivadas estão com seu desenvolvimento comprometido devido à falta de umidade e o atraso no plantio. Contudo, o aumento da temperatura, assim como da luminosidade nestes últimos dias, melhoraram um pouco a condições de desenvolvimento. Diante deste conjunto de fatores, segue reduzida a oferta de animais em condições para o abate e se mantém a perspectiva de falta de animais no decorrer do inverno no mercado regional. 

 

O desenvolvimento das pastagens cultivadas na maioria das regiões de importância leiteira do Estado ainda segue lento. A maioria das pastagem está atrasada em relação a seu período usual de utilização. Esta situação tem levado os produtores a anteciparem a entrada dos animais em áreas ainda não completamente desenvolvidas, o que termina comprometendo o seu bom desenvolvimento. Esta falta de alimento para o rebanho na propriedade também está provocando a antecipação da utilização das reservas alimentares armazenadas na forma de silagem pelos agricultores, situação que alguns já haviam lançado mão no período da estiagem. Todos estes fatores poderão acarretar um sério problema de escassez futura, principalmente nos meses de agosto e setembro. A quebra na oferta de leite, que no período anterior era estimada entre 25 a 30% em algumas regiões, se ampliou para 35 a 50%. A Campanha, Região Sul e Fronteira Oeste são as regiões mais atingidas atualmente pela escassez de umidade. No Estado, o preço médio do leite se manteve estável, com o preço médio pago ao produtor na faixa dos R$ 0,60/l.

O desenvolvimento das pastagens cultivadas na maioria das regiões de importância leiteira do Estado ainda segue lento. A maioria das pastagem está atrasada em relação a seu período usual de utilização. Esta situação tem levado os produtores a anteciparem a entrada dos animais em áreas ainda não completamente desenvolvidas, o que termina comprometendo o seu bom desenvolvimento. Esta falta de alimento para o rebanho na propriedade também está provocando a antecipação da utilização das reservas alimentares armazenadas na forma de silagem pelos agricultores, situação que alguns já haviam lançado mão no período da estiagem. Todos estes fatores poderão acarretar um sério problema de escassez futura, principalmente nos meses de agosto e setembro. A quebra na oferta de leite, que no período anterior era estimada entre 25 a 30% em algumas regiões, se ampliou para 35 a 50%. A Campanha, Região Sul e Fronteira Oeste são as regiões mais atingidas atualmente pela escassez de umidade. No Estado, o preço médio do leite se manteve estável, com o preço médio pago ao produtor na faixa dos R$ 0,60/l.As informações são da assessoria de imprensa da Emater/RS.


Atenção: Para comentar esse conteúdo é necessário ser cadastrado, faça seu cadastro gratuíto.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink