Demanda de produtos químicos mantém ritmo forte
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Imagem: inpEV
ESTIMATIVAS

Demanda de produtos químicos mantém ritmo forte

A produção teve alta de 5,12%
Por: -Leonardo Gottems

A demanda de produtos químicos de uso industrial manteve um ritmo forte no primeiro quadrimestre do ano de 2021, de acordo com o Relatório de Acompanhamento Conjuntural (RAC) da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). “A variável consumo aparente nacional (CAN) cresceu 7,8% no 1º quadrimestre de 2021, sobre igual período de 2020. Na mesma base de comparação, a produção teve alta de 5,12%, as vendas internas subiram 14,70%, enquanto as importações tiveram elevação de 11,2%”, indica a Abiquim, por meio de sua assessoria de imprensa. 

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, esses dados confirmam a manutenção do ritmo forte de crescimento da atividade nos primeiros meses do ano. Isso porque o movimento que vem se repetindo no setor desde meados do ano passado, em especial devido à essencialidade da química no dia-a-dia da população, destacando-se, neste momento, a elevada procura por diferentes tipos de produtos utilizados na prevenção, no tratamento e no combate ao coronavírus. 

“No mercado internacional, o momento é de recuperação da demanda por produtos químicos e de um ciclo de alta no que diz respeito aos preços, puxados, em especial, pela China e pela Índia. Como os preços no Brasil acompanham as oscilações e flutuações internacionais, o resultado é que o IGP-Abiquim-FIPE, específico para as vendas realizadas no mercado doméstico, teve elevação nominal de 42,39% no acumulado de janeiro a abril de 2021”, indica. 

“O baixo índice de ocupação das instalações e a elevada penetração das importações sobre a demanda local evidenciam a falta de competitividade da indústria nacional, com consequente desestímulo a novos investimentos, além de risco de desativação de unidades produtivas. Esse quadro precisa ser avaliado e modificado com urgência, especialmente pela importância da química para o crescimento e para o desenvolvimento do País”, alerta a diretora da Abiquim. 


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