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Demanda por etanol aumenta área de milho nos EUA

Os produtores tem se apressando para lucrar em cima do aumento da demanda por etanol


De Nova York até a Califórnia, e mesmo em partes de Deep South, mais área com milho deve ser plantada neste ano do que em qualquer época desde a Segunda Guerra Mundial, com produtores se apressando para lucrar em cima do aumento da demanda por etanol. "É o preço. O preço está te dizendo para plantar mais milho", declarou Mike Olson, que planeja aumentar o plantio do cereal em 15% em sua propriedade de 2.750 acres em Illinois. No último outono ele colheu milho e soja numa proporção de 50% cada.

Depois de ser negociado em torno de US$ 2/bushel durante uma década, os preços do milho quase dobraram no ano passado, impulsionados por mais de 100 fábricas de etanol que foram desenvolvidas em um momento em que os Estados Unidos procuram alternativas renováveis para o petróleo estrangeiro.

Em propriedades pelo país, a atração dos mais de US$ 100 por acre de milho é muito boa para se deixar passar em uma indústria cujo destino depende do clima inconstante, políticas globais e bilionários subsídios anuais. Ainda assim, alguns alertam que a única opção dos preços é cair se o mercado ficar inundado, e nem todos se esqueceram de como um acordo massivo na área de grãos com a União Soviética no começo dos anos 70 e uma seca na China em 1996 impulsionaram os preços do milho para máximas recordes, e que eles depois despencaram. As informações são da Dow Jones.

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