Derivados da cana-de-açúcar mantêm tradição de família catarinense

Agronegócio

Derivados da cana-de-açúcar mantêm tradição de família catarinense

Apoio técnico e ajuda financeira por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)
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No município de Caibi, que fica a 630 quilômetros de Florianópolis, vive a família Bressan. Nos últimos anos, eles vêm se destacando na produção de derivados da cana-de-açúcar. A história desses agricultores familiares mudou desde que eles tiveram acesso a duas importantes políticas públicas desenvolvidas pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead): apoio técnico e ajuda financeira por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). 

Diego Junior Bressan é técnico agrícola e conta que foi em 1995 que seus familiares deram início ao processamento e comercialização da cana-de-açúcar: “Naquela época, a produção média era 6.400 quilos de melado por ano”. Ele conta que, atualmente, cerca de 50 mil quilos de melado e outros derivados da cana são produzidos na propriedade da família.

Foi em 2008 que eles acessaram pela primeira vez o Pronaf. Pela linha de crédito Custeio, os Bressan conseguiram comprar novos equipamentos. “Com um investimento de aproximadamente R$ 56 mil, compramos três tachos de 500 litros e uma caldeira a vapor”, disse Diego.   

Apoio técnico
Para melhorar a qualidade de vida e buscar maior competividade no mercado, a família buscou orientação da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri-SC). De acordo o extensionista Álvaro Roberto Poletto, a assistência técnica foi fundamental para o desenvolvimento desses agricultores. “Além das nossas orientações, apresentamos políticas públicas do Governo Federal que ajudaram a melhorar a produtividade na propriedade”, contou. 

Momento decisivo
No ano de 2015, a família de Diego decidiu avançar com uma nova atividade: a Agroindústria de Derivados de Cana Bressan. Quem a dirige atualmente é Diego, com a ajuda da mulher e de um funcionário.

De acordo Diego, a decisão ocorreu em um momento decisivo para ampliar a produção, mas com recursos próprios, isso não seria possível. Ele explica que o apoio financeiro foi fundamental. “Olha, se eu não tivesse conseguido o Pronaf, não teríamos feito nada disso aqui”, afirma.  “Quando terminei o colégio agrícola, tive que escolher se ficava em casa trabalhando na agroindústria ou se procuraria outra coisa. Ainda bem que deu certo”, completou o agricultor familiar.

Saiba mais sobre o Pronaf aqui.


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