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Empresas de maçã postergam investimentos

Empresas de maçãs informam que vão adiar ampliações ou reformas diante do cenário atual


Empresas de maçã estão decididas a postergar investimentos que estavam previstos para este ano por conta dos problemas climáticos que prejudicam a produção da fruta. Rasip, de Vacaria (RS), Renar Maçãs, de Fraiburgo (SC), e Sanjo, de São Joaquim (SC), informam que vão adiar ampliações ou reformas diante do cenário atual. As companhias têm intenção de retomar os projetos em 2006, mas isso dependerá da nova safra, que começa sob a sombra de um inverno ameno.


"É um ano difícil para investir. Exportamos metade do que prevíamos na safra 2004/05, o câmbio esteve ruim e processamos menos maçãs do que a estimativa inicial", explica Anderson Tholozan, gerente comercial da Rasip, indústria que processou 40 mil toneladas na última safra, 25% menos que em 2004. A Rasip programava investir até o fim do ano em melhoria de seu sistema de "packing house", mas o projeto foi engavetado.
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