Energia renovável: simulador mostra retorno, payback e projeção de faturamento
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Imagem: Pixabay
ENERGIA

Energia renovável: simulador mostra retorno, payback e projeção de faturamento

A plataforma conecta o gerador de energia compartilhada e oferece uma ferramenta dinâmica para simular o retorno sobre o investimento
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Depois de lançar a plataforma (web e app) que atende os consumidores de energia - um marketplace que oferece serviço de assinatura para ter descontos na conta de energia -, a climate-tech Nextron Energia lança o Nextron Connect, um portal para atender geradores de energia compartilhada. Nele, todos aqueles que possuem ou querem investir em fazendas solares poderão conferir o escopo e os benefícios da proposta, além de conseguir fazer uma simulação dinâmica da rentabilidade do investimento nos próximos 25 anos, que é a vida útil média das usinas solares.

“Nossa tecnologia foi desenvolvida para conectar as ponte de geração e consumo. Quando conectado à Nextron, o gerador poderá acompanhar a performance financeira e energética da sua fazenda solar em tempo real dando maior transparência e visibilidade de gestão para o investidor", explica Ivo O. Pitanguy, um dos sócios-fundadores da Nextron Energia. “O investidor só precisa tomar conta da geração de energia da usina e nós cuidamos de todo o resto de forma inteligente e automatizada.” Ou seja, a plataforma permite que seja feita uma gestão financeira otimizada, desde a alocação dos créditos passando pela interface com a distribuidora até o faturamento dos associados.

“Por conta do potencial de retorno e a tese de sustentabilidade, existe um grande interesse de investidores qualificados e não qualificados para investimentos em fazendas solares. A Nextron chega para facilitar, dar escalabilidade e maximizar a rentabilidade para esses investimentos”, completa Pitanguy. “O retorno dos investimentos em energias renováveis são muito superiores ao da Selic, pois a receita está atrelada ao custo de energia que, historicamente, cresce bem mais do que a inflação e está entre os mais altos do mundo”, explica Roberto Hashioka, também sócio-fundador da Nextron. Ele ressalta ainda que estamos em uma janela regulatória que se encerra em 7 de janeiro de 2023, de acordo com a lei 14.300, que institui o marco legal da microgeração e minigeração distribuída, o que gera, até lá, uma expectativa de retorno ainda maior.

A Nextron Energia iniciou suas operações em maio deste ano, no mesmo período em que recebeu um aporte de R$ 11,5 milhões. Atualmente, tem usinas conectadas para atender clientes do Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul. Com esse modelo de negócios que amplia o atendimento ao chamado mercado cativo, permitindo que os produtores de energia renovável possam compartilhar a produção gerada por suas fazendas solares não apenas com um único CNPJ, mas sim para milhares de CNPJs e CPFs distintos. A expectativa é que, até o fim do ano, a climate tech possa oferecer em torno de 200 Megawatts, o suficiente para abastecer cerca de 36 mil clientes em todo o Brasil (considerando clientes que tenham um consumo médio de energia elétrica mensal em torno de mil reais).

“Esperamos que o marketshare de gerac¸a~o distribui´da solar no Brasil passe de 5% para 30% nos próximos 10 anos. Tecnologias como a da Nextron, que promovem o ‘Sustainability-as-a-Service’, va~o acelerar a disseminac¸a~o e a democratizac¸a~o do acesso a` energia solar, colaborando para para um mundo cada vez mais conectado por energias renova´veis”, completa Hashioka.


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