Evento marca colheita da uva e ameixa em Porto Alegre
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Agronegócio

Evento marca colheita da uva e ameixa em Porto Alegre 

Expectativa dos organizadores é vender 45 toneladas de frutas
Por: -Lucas Rivas

Porto Alegre deu início a abertura oficial da 25ª Festa da Uva e Ameixa nesse final de semana, na Praça Nossa Senhora de Belém Velho, no bairro de mesmo nome, na zona Sul da Capital. O evento receberá novamente os visitantes no próximo final de semana - 16 e 17 de janeiro - das 9 às 20h.

O evento reúne seis bancas de frutas e flores, dez de artesanato e atrações musicais e danças, além de contar com segurança e banheiros químicos. Os organizadores esperam receber 30 mil pessoas e vender 45 toneladas de frutas em duas semanas, estima o secretário da Produção, Indústria e Comércio, Antonio Kleber de Paula.

A fruticultura é uma das principais atividades agrícolas da Capital. Os fruticultores de Porto Alegre preveem colher 300 toneladas de uva e 500 de ameixa, números semelhantes aos da safra passada. As espécies de uva com previsão de colheita incluem niagara rosa, niagara branca e francesa, e as de ameixa, a sanguínea, a golf blazer e a amarelinha.

A Festa da Uva e da Ameixa marca ainda a sanção da lei que delimitou a zona rural de Porto Alegre, no fim do ano passado.

Lei – O Executivo elaborou um projeto de lei aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal. A Lei Complementar 775/15 denomina zona rural uma área de 4,1 mil hectares localizada no Sul e no Extremo Sul de Porto Alegre, que equivale a 8,28% do território da cidade. A alteração teve a finalidade de garantir a sobrevivência de pequenos e médios proprietários agrícolas, a preservação da fauna e da flora, a sustentabilidade ambiental, a tradição histórica, cultural e econômica da região, além de promover o turismo ecológico. A zona rural possibilitará ainda a atração de investimentos federais por meio de projetos do município que visem à produção de alimentos saudáveis a preços acessíveis.

A volta da demarcação da zona rural, extinta pelo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental de 1999, era uma reivindicação dos produtores da Capital que enfrentavam dificuldades para licenciar algumas atividades e conseguir linhas de crédito especiais para atividades primárias.


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