Fiz IATF com Angus. Que genética usar no repasse das vacas?
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Agronegócio

Fiz IATF com Angus. Que genética usar no repasse das vacas?

Por Gabriela Giacomini, zootecnista e gerente de operações do Programa Montana
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Por Gabriela Giacomini, zootecnista e gerente de operações do Programa Montana

A cada ano, a tecnologia da IATF, que envolve a programação da inseminação artificial das vacas em um período específico, ocupa espaço mais importante na pecuária brasileira. A facilidade de manejo, o custo viável e a oportunidade de gerar bezerros filhos dos melhores touros da raça escolhida fazem com que o pecuarista enxergue na IATF uma excelente ferramenta para melhoramento do rebanho.


Várias são as raças disponíveis no mercado para uso na IATF e alguns especialistas têm apontado essa técnica como ferramenta para maximizar o crescimento do cruzamento industrial, lançando mão da heterose (choque de sangue) para produção de bezerros mais pesados e mais precoces.


O Programa Montana vem produzindo e selecionando animais compostos desde 1993, a partir de um sistema de cruzamentos baseados em três grandes pilares do melhoramento genético: heterose, complementaridade entre raças e genética aditiva. No campo da heterose, devido ao número de raças usadas no composto e variedade de cruzamentos, o Montana é capaz de gerar heterose com qualquer tipo de vaca e gerar manutenção dessa heterose ao longo das gerações.


Falando em genética aditiva, os animais Montana são geneticamente avaliados e possuem o CEIP – Certificado Especial de Identificação e Produção –, registro emitido pelo Ministério da Agricultura para os 23% melhores machos de cada safra. Ou seja, como a pressão de seleção é altíssima, o comprador de touros Montana tem a certeza de levar animais verdadeiramente melhoradores para sua propriedade.


Para a IATF, o Programa Montana apresenta algumas soluções. É, possível, por exemplo, usar sêmen de touros Montana provados, à disposição nas centrais de genética CRV Lagoa, Semex e ABS Pecplan, e fazer o repasse com touros Montana.

Além disso, cresce o uso de IATF com a raça Angus, mas os pecuaristas dizem não encontra solução para o repasse. Pois bem, a solução é simples: basta usar touros Montana.

O touro Montana foi “desenhado” para trabalhar a campo em qualquer região do país e em qualquer tipo de vaca, gerando bezerros pesados, com carcaça bem terminada, carne de qualidade, além de fêmeas férteis e precoces.

Com o uso de touros Montana nas fêmeas F1, produto da IATF Nelore x Angus, o pecuarista consegue maximizar os ganhos com a heterose, aproveitando a excelente fêmea F1 e produzindo bezerros bem adaptados, com ganho de peso excepcional.

Qualquer que seja a opção de uso da IATF, a introdução de touros Montana em uma ou mais etapas do processo possibilita resultados surpreendentes. E o manejo é extremamente simples.

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