Infocafé de 17/07/20
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Infocafé de 17/07/20

A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira em alta
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A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira em alta, a posição setembro atingiu a máxima +4,15 pontos fechando com +3,95 acumulando na semana +4,90 pts.

A moeda encerrou o dia cotada a R$ 5,3805, em alta de 1,1%. Na semana, o dólar acumulou alta de 1,12%. Investidores analisaram notícias sobre a aguardada entrega ao Congresso, na próxima terça-feira, da primeira parte da proposta elaborada pelo governo para a reforma tributária, conforme dito na véspera pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

"O governo cede à pressão do Congresso, especialmente do Rodrigo Maia (presidente da Câmara), que vinha cobrando a proposta, e também tenta uma aproximação depois de atritos", disse Filipe Villegas, estrategista da Genial Investimentos. A XP Investimentos fala em "otimismo" sobre a reforma tributária. Mas a casa ponderou que no exterior havia tensões envolvendo Rússia, Estados Unidos, Canadá e Reino Unido - com os três últimos acusando o primeiro de orientar hackers a tentar roubar dados sobre vacina para o Covid-19.

As exportações de café brasileiro da safra 2019-2020 iniciada em julho de 2019 e encerrada em junho deste ano totalizaram 39,9 milhões de sacas de 60 quilos. O resultado, apesar de ser 3,6% menor do que o registrado na safra anterior (41,4 milhões de sacas), representa o segundo maior volume histórico de exportações brasileiras de café. Já receita das exportações chegou a R$ 22,8 bilhões, 8,7% superior à da safra anterior. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Do total do café exportado na safra 2019-2020, 78,8% foram de grãos arábica; 11,1%, de robusta; 10%, solúveis; e 0,1%, torrados e moídos. Os principais destinos foram Europa, com participação de 52%; América do Norte, 24,6%; Ásia, 15,7%; e América do Sul, 4,5%. Em relação aos demais países exportadores de café, o Brasil continua na liderança. No último mês com dados consolidados, maio de 2020, o país liderava com 3,2 milhões de sacas, seguido do Vietnam (2,1 milhões), Colômbia (893,9 mil), e Honduras (730 mil). Para o presidente da Cecafé, Nelson Carvalhaes, apesar de o ano de 2020 estar sendo desafiador, em razão da pandemia do novo coronavírus, os produtores brasileiros estão mostrando resiliência. É um momento muito difícil, mas todos nós olhamos com muito otimismo. Todos os cenários futuros indicam um incremento do consumo de café. Esta situação é pontual, desafiadora, importante, grave, porém tudo indica que o Brasil, com a sua capacidade, com a sua competição, ele pode perfeitamente manter a sua fatia no mercado global, disse.


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