Infocafé de 29/01/21
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Imagem: Pixabay
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Infocafé de 29/01/21

A moeda norte-americana subiu 0,69%
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A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira em baixa, a posição março oscilou entre a máxima +0,70 pontos e mínima de -1,95 fechando com -1,65 acumulando na semana -1,10 pts.

A moeda norte-americana subiu 0,69%, vendida a R$ 5,4705. Na semana, o dólar recuou 0,16%. Em janeiro, o dólar acumulou avanço de 5,46%. No cenário internacional, a atenção passou para a disseminação do coronavírus e o ritmo de imunização da população, com os investidores ansiosos pela superação da doença de forma a permitir uma retomada econômica.

O Conselho Nacional do Café (CNC) acompanhou, ontem (28), o evento virtual de celebração da filiação do Reino Unido à Organização Internacional do Café (OIC), oportunidade em que foi lançado o Relatório sobre o Desenvolvimento do Café de 2020, intitulado "O Valor do Café". A rápida filiação à OIC, em 1º de janeiro deste ano, imediatamente após o Brexit, reforça os laços e a interação de longa data entre o Reino Unido e a Organização e a relevância do setor café para a nação – o consumo é de 37 bilhões de xícaras por ano, movimentando £ 11 bilhões, com a geração de mais de 150.000 empregos. O segundo relatório do desenvolvimento setorial publicado pela OIC inova ao analisar o setor cafeeiro e suas mudanças estruturais pela ótica da Cadeia Global de Valor (CGV). Dessa forma, sai-se da tradicional dicotomia de países “produtores-exportadores” e “importadores-consumidores” para uma análise mais profunda da complexa dimensão do comércio internacional do café.

O resultado das análises mostraram que, atualmente, mais países estão participando do comércio global de café na comparação com 30 anos atrás. Nações não produtoras aumentaram significativamente suas exportações e o comércio internacional do produto industrializado cresceu mais substancialmente que o de café verde. Esse avanço tem sido impulsionado por um pequeno número de países que capturam uma  substancial parcela de valor da cadeia global. O relatório também aponta a importância do cooperativismo para a geração de renda e integração dos cafeicultores à cadeia global de valor. Produtores organizados em cooperativas têm acesso mais eficiente a insumos, conhecimento, tecnologias e mercados, gerando agregação de valor local e encurtando a cadeia de abastecimento. Nesse cenário, o desenvolvimento das cadeias de valor locais, com a expansão do consumo, oferece oportunidades adicionais de renda para pequenos agricultores. “Os dados comprovam o que temos demonstrado reiteradamente em nossas participações em eventos e reuniões da OIC: as cooperativas de café são um importante diferencial para a sustentabilidade e à competitividade da cafeicultura brasileira, contribuindo sobremaneira para a geração de renda para os produtores”, destaca o presidente do CNC, Silas Brasileiro.


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