Jornada de Agroecologia chega a 13ª edição, com debate sobre transgênicos e agrotóxicos
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Agronegócio

Jornada de Agroecologia chega a 13ª edição, com debate sobre transgênicos e agrotóxicos

Políticas Públicas para Agroecologia e os desafios da agricultura sustentável
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No sábado (7/6), o secretário nacional da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Valter Bianchini, participou de ato durante a 13ª Jornada de Agroecologia, na Escola Milton Santos, na cidade de Maringá (PR). Na programação do evento, estavam oficinas e seminários sobre Políticas Públicas para Agroecologia e os desafios da agricultura sustentável.

Com o mote Terra livre de Transgênicos e Sem Agrotóxicos, a jornada conta com a participação de movimentos sociais do campo – Via Campesina, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, dos Pequenos Agricultores, de Mulheres Camponesas, organizações estudantis, grupos de agroecologia, rede de escolas técnicas em Agroecologia do estado, cooperativas de produção e agroindustrialização da Reforma Agrária e a rede de Educação do Campo.

Realizado pela primeira vez em 2002, em mais de dez anos, o encontro constitui um espaço para troca de experiências de ações que promovem a Agroecologia. Segundo a coordenação da Jornada, os eventos constituíram um processo na luta permanente de seus participantes e atrai novas organizações de estudantes, de consumidores, de pesquisa e extensão rural e de coletivos de universidades.

Paraná

No Paraná, R$ 11,7 milhões estão sendo aplicados em Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para a Agroecologia, em três anos. A ação beneficia 2,5 mil agricultores no estado, de 2014 a 2016. Além disso, 19.200 agricultores estão sendo atendidos no estado, desde 2013, com Ater voltada para a Sustentabilidade, inclusive nas atividades para as cadeias produtivas do leite e do café. Esta ação, no valor de R$ 54,57 milhões, tem execução de três anos.

O secretário Valter Bianchini, que representa do MDA no encontro, assinala o momento importante que o país vive, com a execução de ações do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo), ou Brasil Agroecológico, que está inserido no desenvolvimento rural do Brasil e tem como meta a produção de alimentos orgânicos e agroecológicos.

“O Governo Federal, juntamente com a sociedade civil e organizações ligadas a produtores e movimentos sociais, criou, de forma participativa, as iniciativas do Plano Nacional. A produção, o consumo, os recursos naturais e o conhecimento estão no foco do Planapo, um instrumento que dialoga diretamente com o que está em debate na jornada, com os objetivos de todos que se articulam para uma alimentação mais saudável, uma produção que preserve o meio ambiente e reúna os saberes regionais e as inovações de forma em uma agricultura sustentável”, explica Bianchini.

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