Lançado 1º e único inseticida macrobiológico para mosca-branca
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Imagem: Divulgação
SUSTENTABILIDADE

Lançado 1º e único inseticida macrobiológico para mosca-branca

Organismos controlam inclusive populações resistentes a ingredientes ativos químicos
Por: -Leonardo Gottems

A brasileira Promip lançou uma estratégia de manejo da mosca-branca (Bemisia tabaci) através de dois bioinseticidas: Amblymip e Bovemip. De acordo com a fabricante, as soluções unem dois agentes biológicos: um ácaro predador e um fungo entomopatogênico.

Conforme o Marcelo Poletti, engenheiro agrônomo, cofundador e CEO da Promip, o ácaro predador Amblyseius tamatavensis e o fungo Beauveria bassiana formam a base desses produtos. O CEO enfatiza ainda que Amblymip constitui o primeiro e único biodefensivo macrobiológico registrado no Brasil específico para controle de mosca-branca.

Incorporados a técnicas de manejo integrado de pragas (MIP), diz a Promip, esses organismos controlam à mosca-branca com mais efetividade, inclusive populações resistentes a ingredientes ativos químicos. O objetivo da empresa é “revolucionar o tratamento-padrão de controle do inseto mosca-branca nas lavouras”.

“O ácaro predador, macrobiológico, consome ovos e ninfas de primeiro ‘instar’ da mosca-branca (1,5 mm a 2 mm de comprimento), enquanto o fungo, microbiológico, ataca ninfas e adultos da praga”, resume Poletti. 

A mosca-branca está presente nos principais cultivos do País nos dias de hoje, incluindo feijão, soja, algodão e hortifruticultura. “Não controlada, ela ocasiona quebras superiores a 50% em uma lavoura”, acrescenta ele.

“A mosca-branca desenvolveu resistência a ingredientes ativos de agroquímicos. Consequentemente, a contenção da praga tornou-se mais complexa. Não há hoje outro meio mais efetivo para controlar esse inseto do que o MIP, ancorado na aplicação combinada de inseticidas químicos e bioinsumos”, exemplifica Poletti. 

“A técnica do MIP evoluiu em todo o mundo nas últimas décadas, a ponto de se firmar como um pré-requisito de base nas avaliações de sustentabilidade da produção agrícola”, finaliza o CEO da Promip.


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