Mercado do trigo segue na mesma
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Imagem: Marcel Oliveira
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Mercado do trigo segue na mesma

Em Santa Catarina, os compradores recuaram mais 4 reais no Oeste
Por: -Leonardo Gottems

Mesmo com a safra apertada no Rio Grande do Sul, os preços estão em queda com ofertas de fora do estado, informou a TF Agroeconômica. “Os preços do milho no Rio Grande do Sul estão caindo, mesmo com a perspectiva de menor colheita da safra de verão, devido aos baixos preços do milho do Mato Grosso do Sul que chega ao estado com preços competitivos”, comenta.

Em Santa Catarina, os compradores recuaram mais 4 reais no Oeste, mas novamente não conseguem comprar. “Os compradores de Santa Catarina reduziram mais 4 reais/saca suas ofertas por milho do Mato Grosso do Sul, nesta terça-feira, mas os vendedores não aceitaram e não houve, novamente, negócios conhecidos. O mercado ainda procura um piso para suas operações, depois que as chuvas voltaram a beneficiar as lavouras do Centro-Oeste brasileiro, porque no Sul (RS e SC) elas chegaram tarde e não haverá muita recuperação de cultivos”, completa. 

No Paraná, o mercado de milho está totalmente travado. “Com a queda do dólar comprador passou a indicar R$ 68,00 no norte do estado e o mercado começando a ter mais oferta, com vendedor ainda querendo lotes a R$ 70,00. O mercado de Paranaguá está vazio de negócios, para milho spot. Mercado futuro para março/abril de 2021 continua a R$ 63,00 posto fábrica. Mercado futuro de exportação segue a R$ 66,00 em Paranaguá para fevereiro/março de 2021”, indica.

No Mato Grosso do Sul, foi registrada uma queda de mais um real/saca nesta terça-feira. “Os preços do milho no Mato Grosso do Sul continuaram seu caminho de baixa nesta terça-feira, como mostra nossa tabela ao lado, pressionados pela volta das chuvas e a possibilidade de recuperação das lavouras que deverão ser colhidas em janeiro/fevereiro no estado, aumentando a oferta. Esta queda também faz pressão sobre os preços dos estados compradores, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, diante do abastecimento dos consumidores e perspectiva de início da colheita no final do mês de dezembro”, conclui.
 


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