Milho safrinha corre riscos

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Imagem: Marcel Oliveira
SAFRA

Milho safrinha corre riscos

Veja como está a situação da cultura pelo Brasil
Por: -Eliza Maliszewski

A safrinha de milho preocupa produtores pelo país. Com expectativa de chuva no último final de semana havia otimismo no Sul. Mas as precipitações vieram fracas ou nem vieram. A situação mais grave é observada no Paraná, segundo maior produtor nacional do grão, com expectativa de colher . A frente fria não passou pelo Estado e seguiu em direção ao Mato Grosso do Sul.

A situação também é critica no Oeste catarinense onde produtores necessitam de milho para garantir o suprimento das granjas de suínos e frangos. Os dois estados ainda sofrem com ataques da cigarrinha do milho que causou perdas na primeira safra. 

Segundo o Departamento de Economia Rural da Secretaria de Agricultura do Paraná (Deral) essa é uma fase crítica pra quem plantou mais tarde, pois a planta precisa de água para se desenvolver e há dias que a maioria dos municípios não registra chuva boa. Quem plantou em final de janeiro, início de fevereiro, ainda está em uma situação mais tranquila e não deve ter muita quebra, mas uns 60% das lavouras de milho da região Sudoeste devem ser afetadas de alguma forma pela estiagem.

Situação crítica também no vizinho Mato Grosso do Sul. O excesso e falta de chuvas atrasaram plantio, prejudicaram o desenvolvimento e devem impactar na produtividade. Conforme estimativa do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga MS), com a finalização da semeadura, a projeção é colher 9,013 milhões de toneladas de milho. O número representa uma queda de 15% em relação a safra passada.

Segundo as informações de meteorologistas, uma nova frente poderá subir para o sul/sudeste no próximo dia 3 de maio. Antes disso está prevista a entrada de uma onda de frio. Se houver incidência de geadas a cultura pode se ainda mais prejudicada. 

Por outro lado o clima favorece produtores do Norte/Nordeste e Matopiba. As chuvas vindas da Amazônia, que se juntaram às frentes vindas do Atlântico, trouxeram umidade e chuvas numa extensa região agrícola do país. A abertura do tempo está permitindo que os produtores do centro-norte colham uma das melhores safras de todos os tempos. 
 


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