A partir de amanhã, os 800 funcionários da unidade de Canoas da MWM International terão carga horária 20% menor e redução temporária de 15,75% no salário. A proposta negociada com a empresa – que fornece motores para AGCO e GM – foi ratificada em assembleia com os funcionários. Até o fim de abril, eles deixarão de trabalhar na sextas-feiras e terão parte de seus rendimentos retidos, até que seja retomada a produção média de 2008 de 12 mil motores/mês. Nos últimos dois meses, o volume foi de seis mil unidades. Também ficou definida estabilidade por 140 dias. Conforme o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas e Nova Santa Rita, Nelson Luiz da Silva, a negociação evitou a dispensa de 25% do quadro. O diretor de Recursos Humanos da companhia, Paulo Borba, afirma que mais de 400 empregos foram gerados na empresa em 2008 e a ideia é mantê-los. "A crise é temporária e faremos o possível para preservar os empregos."
Ontem, o cenário levou representantes da indústria ao Ministério da Fazenda. Foi reivindicada a desoneração do PIS/Cofins de máquinas agrícolas e a criação de um fundo garantidor de investimentos. "É para amenizar a situação. Para que o agricultor tenha mais vontade, ânimo e crédito para comprar", afirma o presidente do Simers, Claudio Bier. Foi solicitada a criação de programa como o Mais Alimento para agricultores de médio porte.
Ontem, o cenário levou representantes da indústria ao Ministério da Fazenda. Foi reivindicada a desoneração do PIS/Cofins de máquinas agrícolas e a criação de um fundo garantidor de investimentos. "É para amenizar a situação. Para que o agricultor tenha mais vontade, ânimo e crédito para comprar", afirma o presidente do Simers, Claudio Bier. Foi solicitada a criação de programa como o Mais Alimento para agricultores de médio porte.