Negócios do milho passam longe dos R$ 100,00
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Imagem: Marcel Oliveira
SITUAÇÃO

Negócios do milho passam longe dos R$ 100,00

O Paraná tons volumes negociados no interior e no porto, com preços que giram em torno de R$ 107 interior e R$ 112 porto
Por: -Leonardo Gottems

O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul tem previsão de bons volumes de chuva e negócios a até R$ 112,00 no porto, de acordo com o que informou a TF Agroeconômica. “As vendas para exportação deram um novo tom ao mercado, em que preços interiores avançaram para um mínimo de R$ 100,00 em cotações FOB. Estima-se que ao menos 50 mil toneladas tenham saído nos últimos dias, em preços que alcançaram até R$ 107,00 CIF Rio Grande – rumores de negócios em até R$ 110,00 por saca”, comenta.

Santa Catarina tem indicações a R$ 110,00 nos portos animam vendas para exportação. “Os prêmios para exportação se fortalecem em função da guerra na Ucrânia, e o reflexo nos portos catarinenses foi de indicações de até R$ 110,00, em que no dia de hoje estima-se que pelo menos 30 mil toneladas tenham sido negociadas. Indicações no oeste em torno de R$ 100,00 em preços CIF, e sul do estado buscando milho até R$ 104,00”, completa a consultoria.

O Paraná tons volumes negociados no interior e no porto, com preços que giram em torno de R$ 107 interior e R$ 112 porto. “A semana demonstrou-se bastante movimentada pós carnaval no estado do Paraná, em que estima-se que em todo o estado, até 100 mil toneladas de negócios tenham saído no porto. Tradings agressivas e um tom mais moderados entre indústrias, em que muitas já se encontram compradas para o mês”, indica.

“Relatos de negócios em praticamente todas as regiões, com maiores volumes observados na ferrovia norte, oeste e porto. Preços ferrovia chegaram a pagar R$ 101,00 em um melhor momento, em que se estima que ao menos 10 mil toneladas tenham sido negociadas. No porto, grandes volumes – ao menos 30 mil toneladas nesta sexta – a preços de até R$ 112,00 CIF. No oeste, pagou-se R$ 99,00 por lotes FOB locais. Os preços de exportação eleváramos preços pagos aos produtores no estado”, conclui. 


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