A Summit Agro realizou uma série de eventos na Argentina para destacar o bioativador Howler, um produto biológico que melhora a resposta da soja, trigo e cevada a condições de estresse, tanto bióticos quanto abiótico.
De acordo com a fabricante, Howler é um indutor do sistema de defesa vegetal que pode ser misturado a produtos de origem química, como herbicidas.
“Howler é um produto biológico formulado à base de proteína de origem fúngica”, explica Ayelen Gago, Engenheiro Agrônomo, Chefe de Produtos Inseticidas da Summit Agro Argentina.
Ela sustenta que “a resposta mediada por hormônios é ativada em um local específico onde o produto entra em contato, mas é transmitida sistemicamente, conferindo proteção a toda a lavoura”.
Dentre os fatores bióticos, destacam-se principalmente as doenças, e entre os abióticos, o estresse causado pelas condições climáticas, ganhando especial importância a partir do estresse hídrico marcado pelo fenômeno La Niña das últimas três campanhas.
Nessas condições, diz a Summit Agro, é importante incorporar ao plano de manejo produtos como o Howler, de baixo custo metabólico.
Isso significa que não representam um grande gasto de energia para a cultura quando são aplicados e permitem melhorar o estado geral e, em última análise, aumentar o rendimento para a colheita.
O Howler, que está registrado para soja, trigo e cevada, tem um efeito preventivo, pelo que é essencial aplicá-lo antes da condição de stress para maximizar a sua resposta.
Testes têm sido realizados em todo o país em diferentes campanhas, com resposta de rendimento médio de 100 kg/ha em soja e excelente relação custo-benefício.
“Outro aspecto positivo deste produto é que pode ser misturado com produtos de origem química, como herbicidas. Por outro lado, a incorporação de Howler na planta de produção ajuda a reduzir a carga química na lavoura”, diz Ayelen.
“A Summit Agro tem muito interesse em desenvolver esse tipo de produto e por isso estamos trabalhando para expandir sua utilização para outras culturas como milho, girassol e culturas regionais”, conclui ela.