Novos ventos para o progresso
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Agronegócio

Novos ventos para o progresso

Buscando práticas ecologicamente corretas e também novos produtos, a pedido dos clientes, a empresa que anteriormente trabalhava no ramo de produção de plantas, aposta hoje, na revenda de produtos que permitam a produção de energia
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Buscando práticas ecologicamente corretas e também novos produtos, a pedido dos clientes, a empresa que anteriormente trabalhava no ramo de produção de plantas, aposta hoje, na revenda de produtos que permitam a produção de energia

A sociedade reflete para as questões ambientais, à medida que a população cresce e a demanda dos recursos naturais estão se esgotando com o passar dos anos. Investimentos em novas tecnologias trazem apostas renováveis para a população, e a produção de energia também possui hoje novas alternativas, fazendo com que a população produza e consuma de uma forma mais consciente.


A empresa de energia localizada no município de Não-Me-Toque, de propriedade do engenheiro agrônomo Udo Schmiedt, apresenta aos consumidores duas formas de produção de energia limpas: a energia eólica e a energia fotovoltaica.

Buscando práticas ecologicamente corretas e também novos produtos, a pedido dos clientes, a empresa que anteriormente trabalhava no ramo de produção de plantas, aposta hoje, na revenda de produtos que permitam a produção de energia a partir de aparelhos importados.

“Há mais de 10 anos trabalhávamos com a produção de mudas, e após começarmos a trabalhar com paisagismo fomos indagados pelos clientes para a confecção de projetos de paisagismo utilizando energias alternativas”, comenta Udo.

Energia Eólica: aerogeradores transformam vento em energia

Muitos conhecem e admiram a beleza dos cata-ventos. Após analise do movimento que produz através das rajadas de vento que recebe, engenheiros descobriram que a energia elétrica também poderia ser produzida deste mesmo movimento, desta mesma força. Então, a empresa de Não-Me-Toque iniciou a revenda aerogeradores importados dos Estados Unidos, oferecendo diferentes tamanhos e a instalação adequada referente a cada produto. Com a durabilidade de dois anos, produzem desde 39 kW até 800 kW mês.

Um pequeno aerogerador de 12volts é indicado para pequenas produções de energia, preferencialmente onde ficaria inviável economicamente realizar a extensão de uma rede elétrica comum, como por exemplo, em um sítio no interior. Este aerogerador, extremamente sensível, trabalha com armazenagem em uma bateria, chegando a produzir 39 kW/mês.

“Com qualquer vento, o pequeno aerogerador já está funcionando, gerando energia. Ele podendo ser colocado até em cima de um barco para carregar as baterias necessárias”, declara Udo. O custo de investimento, de um equipamento pequeno é de aproximadamente R$5mil, incluindo os custos de uma bateria e a instalação. Para a instalação é necessária uma torre medindo a partir de cinco metros.

Para um consumo maior, e para uma conseqüente produção maior de energia, é necessário um gerador de porte maior. Este equipamento, também oferecido pela empresa naometoquense, precisa para funcionar de um fluxo maior de vento.

Para sua instalação é necessária uma base concretada no solo, como afirma o revendedor. “É necessário cerca de seis metros de concreto, isto equivale à um caminhão. Pois instalamos em cima deste bloco as ferragens, a torre de sustentação e o aerogerador em cima, em uma altura de em média nove metros”, explica Schimiedt.

Para um bom funcionamento deste, é necessário um fluxo contínuo de vento, chegando ao final do mês, a uma produção de 800 kW, através de uma intensidade de vento de 21km/h, ou seja, 9m/s. O investimento em um grande aerogerador chega a um total de R$50 mil. Os produtos revendidos pela Tropical Energia, após análise de intensidade do local, chegam até o consumidor em 40 dias, pois dependem dos prazos e encargos da importação. A instalação dos mesmos é realizada de uma forma rápida pelos funcionários da empresa.

Placas solares fotovoltaicas: transformam energia solar em elétrica

Para os consumidores que optam pela utilização de energia produzidas no próprio quintal, e não desejam escutar o ruído produzido pelos aerogeradores, por menor que sejam, podem utilizar as placas solares fotovoltaicas. Estas são indicadas assim para residências, prédios e telhados de empresas, uma vez que sua instalação necessita apenas de que o equipamento esteja voltado para o sol, preferencialmente com incidência solar das 10h às 16h.

As placas consistem em molduras de alumínio, onde pequenas placas de silício captam os raios solares e após a passagem pelas instalações, repassadas a um inversor que transforma a energia solar captada em energia 220volts. Este equipamento solar teve sua disseminação no último ano, fazendo com que os preços diminuíssem. “As placas atualmente possuem o mesmo valor do que a instalação dos aerogeradores. O custo da placa diminuiu muito, e hoje encontramos placas com mais qualidade e com um baixo preço na China, maior fabricante da atualidade”, afirma Schimiedt.

De diferentes tamanhos, as placas produzem de 10watts até 240watts, diferenciadas apenas pelo tamanho e quantidade de placas. As mais utilizadas são as que produzem 130 a 140watts, medindo aproximadamente dois metros. “Se uma residência necessita de 1000watts por mês, dividimos esta quantidade de 1000 watts por placas de 140watts, isto significa que 10 placas seriam necessárias”, explica Hudo.

Para se iluminar um jardim, uma pequena placa já basta, custando aproximadamente R$400. Já um conjunto de 20 placas, produzindo energia suficiente utilizada para alimentar uma casa, custa em torno de R$40 a R$50mil, já inclusos valores das placas, inversores e instalação. Porém o revendedor garante a durabilidade do produto. “ As placas se pagam em sete anos, em termos de valor da energia produzida, e garantimos uma durabilidade de vinte anos, ou mais”, pondera acrescentando da confiabilidade que repassam aos clientes. “Primamos pela confiança, por isso oferecemos produtos de alta qualidade e durabilidade, aliado ao custo reduzido”, finaliza.

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