Capaz de emitir 82% menos dióxido de carbono (CO2) do que o mesmo produto à base de petróleo, o querosene de aviação (QAV) renovável utilizado em voo operado pela Azul Linhas Aéreas na terça-feira (19-06) reflete uma nova era no setor aéreo: mais eficiência e menos emissões de carbono. Alfred Szwarc, consultor de Emissões e Tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), avalia que o novo combustível fabricado a partir da cana, peça central da parceria entre Azul, Embraer, GE e Amyris que levou ao voo experimental, poderá se tornar uma realidade no mercado nacional nos próximos anos.
Szwarc explica que o bioquerosene, utilizado no voo entre os aeroportos de Viracopos, em Campinas (SP), e Santos Dumont, na cidade palco da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), além de reduzir as emissões de CO2, tem desempenho similar ao querosene de origem fóssil e poderá ser competitivo comercialmente quando produzido em escala industrial. “É um exemplo dos chamados combustíveis ‘drop-in,’ que substituem os convencionais sem necessidade de ajustes significativos nos motores ou turbinas, uma busca incessante da aviação em prol da sustentabilidade,” observa.
Szwarc explica que o bioquerosene, utilizado no voo entre os aeroportos de Viracopos, em Campinas (SP), e Santos Dumont, na cidade palco da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), além de reduzir as emissões de CO2, tem desempenho similar ao querosene de origem fóssil e poderá ser competitivo comercialmente quando produzido em escala industrial. “É um exemplo dos chamados combustíveis ‘drop-in,’ que substituem os convencionais sem necessidade de ajustes significativos nos motores ou turbinas, uma busca incessante da aviação em prol da sustentabilidade,” observa.
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