Pecuaristas de Cambará conferem adaptação de forrageiras no município
As forrageiras foram implantadas no dia 13 de junho, e o pastoreio direto com bovinos de corte teve início no dia 15 de setembro
As forrageiras foram implantadas no dia 13 de junho, e o pastoreio direto com bovinos de corte teve início no dia 15 de setembro. Os produtores observaram o desenvolvimento das diferentes espécies forrageiras e obtiveram informações sobre as práticas culturais utilizadas, densidade de plantio e rendimento das forrageiras de inverno, entre outras. Arno disse que conhecia apenas o trevo e o azevém, mas não o das cultivares implantadas no experimento, e que não tinha experiência com as demais variedades. Ele destacou a relevância do experimento e da disponibilização desses materiais pela Embrapa, para que os produtores possam ter acesso a outras alternativas para melhorar a oferta de forragem para o gado.
Os técnicos da Emater/RS-Ascar salientaram a importância da consorciação de espécies de ciclos diferentes, como forma de aumentar o período de pastejo, e da implantação de espécies perenes, que podem durar vários anos na propriedade. Para o zootecnista da Emater/RS-Ascar, Jaime Ries, as pastagens devem ser pensadas como lavouras. Segundo ele, o uso de sementes sem qualidade é um dos principais problemas que prejudicam a germinação, o viço e o desenvolvimento das pastagens.
“Antes de ser produtor de leite ou carne, o pecuarista tem que ser produtor de pasto, pois se o animal for bem alimentado vai refletir na produção”, concluiu o pesquisador da Embrapa, Henrique Pereira dos Santos.
Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar – Regional Caxias do Sul