Preços da soja continuam sua trajetória para baixo

MERCADO

Preços da soja continuam sua trajetória para baixo

“As esperanças colocadas pelos comentários de Trump na última sexta-feira foram por água abaixo"
Por: -Leonardo Gottems
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As cotações da soja no mercado brasileiro continuam com os preços em trajetória para baixo nesta última segunda-feira (19.11). De acordo com informações divulgadas pelo especialista Luiz Fernando Pacheco, analista da T&F Consultoria Agroeconômica, os valores foram influenciados pelos Estados Unidos. 

“As esperanças colocadas pelos comentários de Trump na última sexta-feira foram por água abaixo nesta segunda-feira na reunião de Papua-Guiné, fazendo as cotações da soja recuarem 2,10%, suplantando a alta de 0,66% do dólar no Brasil. Com isto, a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) apontou queda de 1,57% nos preços de exportação nos portos, para R$ 83,29/saca, aumentando a queda do mês para 2,86%”, comenta. 

Segundo o analista, a queda do preço da soja foi de 1,18%, para R$ 77,56/saca no interior, aumentando a queda mensal de novembro para 2,06%. “Nesta semana, além do monitoramento de novos comentários de Trump e equipe sobre o assunto, investidores também acompanharão o clima na América do Sul”, indica. 

Isso porque, na Argentina, a previsão da Bolsa de Cereais de Buenos Aires para o fim de semana era de aumento das temperaturas e baixa probabilidade de mais chuvas para as regiões produtoras do país, fatores favoráveis à retomada do plantio interrompido pelas precipitações recentes. Entre 9 e 13 de novembro, os grandes volumes de chuva que caíram sobre boa parte das lavouras argentinas provocaram perdas de lotes recentemente cultivados. 

“A semeadura no Brasil segue adiantada e na semana passada atingiu 82% da área prevista, de 35,8 milhões de hectares, segundo relatório divulgado pela consultoria AgRural na sexta-feira. Na última semana, os trabalhos avançaram 11 pontos porcentuais. Há um ano, o plantio chegava a 73% da área projetada para a safra; a média dos últimos cinco anos é de 67%”, conclui.

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