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Produtividade orienta estratégias no milho segunda safra

“Mais do que apresentar tecnologias, buscamos contribuir de forma concreta"


“Mais do que apresentar tecnologias, buscamos contribuir de forma concreta" “Mais do que apresentar tecnologias, buscamos contribuir de forma concreta" - Foto: Canva

A produtividade do milho segunda safra ganha destaque em um cenário de margens mais ajustadas e maior exigência por eficiência agronômica. Em meio a desafios como pressão de pragas, doenças e plantas daninhas resistentes, iniciativas técnicas buscam avaliar, em condições reais de campo, como o manejo influencia diretamente os resultados produtivos e econômicos da cultura.

Nesse contexto, a IHARA anunciou participação no GETAP 2026, concurso nacional de produtividade voltado ao milho de inverno. O projeto será desenvolvido nas principais regiões produtoras do País, com acompanhamento de consultorias agronômicas que integram o grupo Shogun. Ao longo do ciclo, as áreas contarão com recomendações técnicas e adoção de estratégias de manejo, com uso de herbicida, inseticida e fungicida do portfólio da empresa. A produtividade será auditada pela curadoria do GETAP, com divulgação dos resultados prevista para novembro.

O idealizador do GETAP, Anderson Galvão, avalia que a iniciativa amplia o entendimento sobre o potencial produtivo do milho, cultura que representa parcela relevante da renda do agricultor. Já Valdumiro Garcia, gerente de Marketing Regional da IHARA, destaca que o projeto reforça a validação de soluções em condições reais, com foco em produtividade e rentabilidade.

“O GETAP é um fórum técnico voltado à discussão e à validação das melhores práticas agronômicas, envolvendo gestão, tecnologias aplicadas e manejo. A participação da IHARA fortalece esse movimento ao apoiar os agricultores com soluções tecnológicas que contribuem para elevar os níveis de produtividade”, destaca Galvão.

Consultorias como Terram e JF Consultoria também integram o trabalho. Para seus representantes, mesmo na segunda safra ainda há espaço para ganhos expressivos de eficiência, desde que o manejo considere custos, retorno sobre investimento e sustentabilidade econômica da atividade.

“Mais do que apresentar tecnologias, buscamos contribuir de forma concreta para a tomada de decisão do agricultor, demonstrando, com resultados consistentes e auditados, como o manejo adequado impacta diretamente a produtividade e a rentabilidade do milho segunda safra”, finaliza Valdumiro.
 

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