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RCN Agro garante que Bordasul combate doenças fúngicas e bacterinas em pomares


Responsável por aproximadamente um terço da produção mundial de laranjas e pelo controle de 85% do mercado internacional do suco da fruta, a citricultura no Brasil movimenta mais de cinco bilhões de dólares por ano, gerando 500 mil empregos diretos e três milhões indiretos. O agronegócio citrícola, entretanto, é ameaçado por várias doenças fúngicas e bacterianas que deixam lesões nas cascas e comprometem a qualidade dos frutos, depreciando-os para o comércio "in natura" e colocando em risco a balança comercial de exportação de suco concentrado e sub-produtos.

Produzido pela RCN Agro, o fertilizante foliar Bordasul tem ação eficiente no controle e prevenção da verrugose, melanose, gomose e pinta-preta (doenças fúngicas) e do cancro-cítrico (doença bacteriana), com a vantagem de não acumular resíduos tóxicos nas plantas. Testado e aprovado pela Unesp de Jaboticabal (SP), o Bordasul é composto por sulfato de cobre (25% de Cobre e 10% Cálcio), que protege contra a ação desses fungos e bactérias. É totalmente aproveitado na nutrição da planta, sendo determinante na formação e qualidade dos frutos. Além disso, seu preço é 40% menor que os similares produzidos pela concorrência, uma excelente relação custo/benefício para o agricultor.

O Bordasul é altamente eficaz na prevenção do cancro cítrico, uma das mais sérias doenças causada pela bactéria Xanthomonos campestris. O tratamento deve ser feito no período de intensa vegetação dos ramos novos, com até 15 centímetros de comprimento, com pulverizações do produto, diluído na proporção de 4kg para 2 mil litros de água.

Segundo o técnico agrícola da RCN Agro, Altair Alves Damasceno o cancro cítrico ataca todas as partes da planta. Nas folhas jovens, em crescimento, aparece um amarelecimento pluriforme e pouco saliente, nos dois lados da folha. Já as lesões mais velhas são corticosas, salientes e duras. Nos ramos, as lesões ocorrem na forma de crostas de cor parda. Nos frutos, há uma tendência de as lesões serem mais salientes, com o centro dilacerado e irregular, apresentando formato de crateras.

O tratamento da Verrugose (Elsinoe australis) deve ser iniciado quando cerca de dois terços das flores tenham caído, recomendando-se uma segunda pulverização de quatro a cinco semanas depois, uma vez que esse fungo afeta apenas os frutos em desenvolvimento.

Já a manifestação da Melamose (Diaporthe citri) vem aumentando na citricultura paulista em praticamente todas as variedades e cultivares de citros. As pulverizações pós-floradas com o Bordasul, quatro a cinco semanas após a queda das pétalas das flores, são muito importantes para garantir o desenvolvimento dos frutos. A poda de ramos e galhos secos reduz os focos de infecção.

O fungo Phitophthora parasitica é o principal responsável pela Gomose, espécie de doença que causa podridão no tronco e raízes, fendas e lesões nas cascas. Os sintomas podem progredir para a murcha e posterior queda das folhas, seca e morte de ramos, florescimento e frutificação anormais, até a morte da planta. As mudas devem ser pulverizadas com Bordasul em intervalos de 60 dias, até o término da estação chuvosa.

A Pinta-Preta (Guignardia citricarpa) causa perdas econômicas significativas, pois causam manchas que afetam os frutos e os tornam impróprios para o mercado de fruta fresca. Em ataques severos do fungo os frutos podem cair prematuramente. O controle é feito com no mínimo três aplicações do Bordasul.

A primeira deve ocorrer no período de floração, após queda de 80% das pétalas de suas flores. A segunda aplicação deve ser realizada 28 dias depois, e a terceira, dentro de 30 dias (dependendo do destino da fruta, no caso “in natura” até seis pulverizações). Segundo Damasceno, técnico agrícola da RCN Agro, para proteger cerca de 100 plantas adultas são necessários seis quilos do produto diluídos em dois mil litros de água.

Para o controle da Rubelose (Corticium salmonicolor), que provoca a morte da casca dos ramos, descamações e fendilhamentos, levando a morte da planta, o tratamento deve ser feito com a poda dos ramos doentes e o pincelamento dos cortes com calda concentrada de Bordasul (1kg/10 litros de água).

O sucesso da aplicabilidade do Bordasul na cultura de citros levou a RCN Agro a abrir sua primeira filial em Itápolis, interior de S. Paulo. “Nosso maior diferencial é o trabalho de campo, com atendimento técnico-especializado dedicado aos produtores, sejam grandes, médios ou pequenos”, explica Carlos Fernandes, gerente da filial de Itápolis” que conta também revendas e representantes em várias cidades do estado de São Paulo, entre elas Araraquara, Olímpia, Bebedouro, Descalvado, Monte Azul Paulista, Mogi-Mirim, nos estados do Mato Grosso, Santa Catarina e em vários locais do Nordeste, fornecendo produtos para as culturas de citros (SP), soja (MT), maçã (SC), soja, mamão e uva (NE), entre outros.

A RCN Agro

Atuando desde 1999 no segmento de fertilizantes foliares, a RCN Agro possui um portifólio de 15 produtos direcionados para várias culturas visando a nutrição e a defesa fitossanitária das plantações. Também, possui uma linha especial de fertilizantes compostos por aminoácidos.

Componentes elementares das proteínas, os aminoácidos atuam em funções estruturais e na reserva da regulação do metabolismo celular das plantas, garantindo resistência às variações hídricas, térmicas e salinas, além de promover maior sinergismo com os demais nutrientes, obtendo, assim, maior eficácia na adubação e potencialização de defensivos químicos, também na polinização e frutificação.

Entre os produtos da RCN Agro compostos de concentrações elevadas de aminoácidos, em torno de 23%, que promovem esses benefícios, destacam-se o Aminofós, Aminoturbo, K-3 (COMO 10 + 2), K-6 (COMO 20 + 2), Mang 15 e o Zinco 29 e Mag 13.

Com fábrica no município de Santa Isabel, a 58 Km da cidade de São Paulo, a RCN Agro registrou este ano um crescimento de 15% em relação ao mesmo período de 2002. Para ampliar seu market share, a empresa pretende aumentar sua produção, com a inauguração de mais uma fábrica, até julho de 2004. “Nossos produtos possuem qualidade e eficiência comprovada em pesquisas e ensaios realizados pela Fundação Rio Verde, Epamig-Empresa de Pesquisas Agropecuárias, de Minas Gerais; FITO – Empresa de Pesquisas Agropecuária de S. Joaquim/SC e UNESP – Campus de Jaboticabal”, afirma Gabriel Meneghel Cianflone, diretor da RCN Agro.

“Além disso, nosso maior diferencial é o conhecimento das necessidades do solo de cada região e o acompanhamento da aplicação de nossos produtos nas diversas etapas do plantio”, completa Cianflone.

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