Região de Campos de Cima ganha novo Complexo Vinícola

Nova unidade

Região de Campos de Cima ganha novo Complexo Vinícola

Com investimento de R$ 30 milhões, Vinícola Campestre inaugura nova unidade em Vacaria e pretende desenvolver o enoturismo na região
Por:
195 acessos

Cercada por uma atmosfera que remetia ao charme e ao requinte dos grandes complexos vinícolas da Europa, foi inaugurada no sábado, dia 16, a nova unidade da Vinícola Campestre, localizada às margens da BR 116, em Vacaria.

Com um investimento de mais de R$ 30 milhões, o novo projeto da família Zanotto pretende entrar de vez no mercado de vinhos finos. “Essa nova planta além de permitir a ampliação da produção de vinho de mesa e de sucos para cerca de 30 milhões de garrafas, também terá como foco a expansão da comercialização de vinhos finos e espumantes, assim como o desenvolvimento do enoturismo na região. Por isso, a nova unidade contará com modernos espaços para eventos, lojas, restaurante e um museu do vinho”, explica o diretor da Vinícola, João Carlos Zanotto.

O projeto demorou cerca de seis anos para ser concluído e fica numa área de 84 hectares. Os 23 mil metros de área construída têm uma arquitetura própria que remente à região da Toscana, na Itália.

“Aqui os visitantes poderão caminhar entre os vinhedos, conhecer o processo de elaboração dos vinhos e espumantes, aprender sobre degustação e até mesmo colher a uva que vai levar pra casa. Como também desfrutar e apreciar as parreiras e a arquitetura que remetem muito às regiões dos vinhedos na Itália”, revela Zanotto.

Cinco anos consecutivos como a vinícola que mais vende vinhos de mesa no Brasil, conforme dados do Departamento de Economia e Pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), a Vinícola Campestre atingiu o número de 25 milhões de garrafas de vinho de mesa, espumantes, suco de uva e maçã comercializadas em 2018.

No entanto, mais que ampliar a produção para 170 mil garrafas por dia, os diretores da Vinícola também pretendem transformar a região dos Campos de Cima da Serra em um novo polo do enoturismo no Rio Grande do Sul.

“Temos que aproveitar o potencial climático e geográfico dessa região, como estamos a quase mil metros de altitude e contamos com invernos rigorosos e verões quentes, esse é um clima ideal pra produzir bons vinhos”, afirma Zanotto. 

O enólogo da vinícola, André Donatti, lembra que a região dos Campos de Cima da Serra conta com um toque a mais de sutilezas climáticas, permitindo a diversificação de estilos de vinhos como um todo e, por sua bela paisagem natural, tem toda aptidão para se tornar um novo polo do enoturismo no Rio Grande do Sul.

“Investimos na produção própria de uvas numa área plantada de 25 hectares. A variedade que mais plantamos foi merlot, pinot noir, e as uvas italianas rebo e sangiovese e as brancas chardonnay e sauvignon blanc. Mas estamos testando também syrah, malbec e tannat”, revela.


Atenção: Para comentar esse conteúdo é necessário ser cadastrado, faça seu cadastro gratuíto.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink