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RS: Monsanto lança tecnologia inédita que combate praga na raiz do milho

VT PRO 3 RIB reúne ainda solução de refúgio completo na sacaria




A fim de alavancar a produção de milho da região Sul, a Monsanto lançou a tecnologia VT PRO 3 RIB, a primeira voltada à proteção da raiz do milho contra Diabrotica speciosa (larva alfinete) do Brasil. O produto também atua contra as principais pragas aéreas, que atacam as folhas, colmo e espiga da cultura (lagarta do cartucho, broca do colmo, lagarta da espiga e lagarta elasmo). O lançamento das sementes ocorreu entre os dias 04 e 05 de dezembro, em Coxilha e Pontão, no Norte do Rio Grande do Sul, respectivamente.

A nova tecnologia também terá tolerância ao herbicida glifosato, o que possibilita um manejo eficiente das plantas daninhas.

Por isso, a VT PRO 3 RIB já conta com as sementes Bt e as não Bt (refúgio) misturadas numa única sacaria para oferecer mais praticidade e proteção aos agricultores explica o gerente de produtos biotecnologia milho da Monsanto, Alexandre Chaves.

“Essa nova tecnolgoia que está sendo lançada no Rio Grande do Sul, é primeira biotecnologia do Brasil para cultura do milho que protege a planta da raiz até a espiga. Ela agrega as tecnologias atuais de controle de uma larva de raiz, conhecida como larva alfinete, protegendo este milho e trazendo beneficios para que esta planta fique mais segura refletindo no aumento da produtividade”, frisa.

O novo produto já foi testado em 400 proprieadedes rurais do Sul do Brasil, fora as áreas de monitoramento da empresa. A tecnologia VT PRO 3 RIB deve ser comercializada a partir de abril de 2014, porém ainda sem preço fixado. A tecnologia já é utilizada por produtores dos Estados Unidos.

Para o gerente da Unidade TD da Monsanto, Marcos Puhlmann, além do produto concentrar várias ações de defesa contra pragas, um serviço técnico de assistencia também será prestado pela empresa para garantir a potencialização da lavoura deste milho.

“A gente não pode deixar o agricultor comprar um saco de  sementes VT PRO 3 RIB sem o conhecimento para utilização. Por isso, oferecemos um acompanhamento técnico no campo para que este cultivo ganhe em produtividade”, salienta.

Em uma das áreas onde a tecnologia foi adotada, o cultivo da lavoura de milho, ratifica um cenário de prosperidade, como detalha o produtor Diones Carmo, que destinou mais de dois hectares para o plantio do novo produto em Pontão, no Norte gaúcho.

“Sem esta tecnologia, que combate a larva alfinete, nós não tinhamos noção dos impactos da praga e só mensuravamos no final. Mas, agora com o controle desta praga, com certerza minha produção de milho vai aumentar”, destaca.

Segundo pesquisa realizada na safra 2012/2013, os ataques da larva alfinete ocasionaram até 20% de perdas nas lavouras.

Atualmente, a Região Sul do Brasil destina uma área de mais de 4 milhões de hectares para o cultivo de milho geneticamente modificado, conforme dados da Céleres Consultoria.
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