RS volta a cotar trigo no porto
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Imagem: Marcel Oliveira

CEREAIS DE INVERNO

RS volta a cotar trigo no porto

Para Santa Catarina, a informação continua sendo de aumento da produção do cereal
Por: -Leonardo Gottems
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De acordo com informações da T&F Consultoria Agroeconômica, o mercado do Rio Grande do Sul voltou a cotar trigo no porto, mas, para janeiro, oferecendo os mesmos R$ 1.000,00/tonelada que oferecia antes das geadas, para dezembro. “Este preço seria equivalente a aproximadamente R$ 910,00/tonelada posto interior ou R$ 54,50/saca para a cooperativa ou cerealista ou algo como R$ 50,00/saca para o produtor, dependendo da margem de cada empresa”, comenta. 

Para Santa Catarina, a informação continua sendo de aumento da produção do cereal. “Os moinhos de Santa Catarina estão atentos à disponibilidade de trigo novo no Paraná. Houve algumas tentativas de negócios neste sentido. As pedidas recebidas pelos moinhos catarinenses foram de R$ 1.180,00 pagamento sobre rodas no norte do Paraná e de R$ 1.200,00/t no Sudoeste do Paraná, ambos para trigo novo”, completa. 

O preço do trigo novo recuou R$ 50,00/tonelada para setembro no estado do Paraná, mas subiu o mesmo para novembro. “As cotações do trigo novo para entrega em setembro, que tinham subido R$ 100,00/t na região dos Campos Gerais, para R$ 1.200,00/tonelada, recuaram nesta quarta-feira para R$ 1.150,00/tonelada, para setembro, depois da informação de que a safra ainda será bem maior do que a do ano  passado. A cotação para outubro ficou inalterada em R$ 1.100,00, mas a cotação de novembro subiu R$ 50,00/tonelada para R$ 1.000,00/t.  As ofertas no Norte do estado estão entre R$ 1.180,00 e R$ 1.200,00/t e no Oeste/Sudoeste a R$ 1.200,00, mas já rodou a R$ 1.190,00/t.”, informa. 

Em Minas Gerais, o mercado continua retraído à espera de definição dos preços no Paraná. “A maior parte do trigo de safra nova 2020/21 colhido em Minas Gerais foi comercializada a R$ 1.100,00/t FOB. Com o avanço da colheita, este preço caiu para R$ 1.060,00 (que ainda vigora), mas, os vendedores estão retraídos, esperando para ver as consequências das geadas no PR e no RS, na expectativa de que o preço volte a subir”, conclui. 

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