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SC busca reconhecimento como livre de aftosa

O estado deixa de exportar mensalmente cerca de 17 mil toneladas de carne


De 21 a 25 de maio, o Secretário Estadual da Agricultura de Santa Catarina, Antonio Ceron, estará em Paris para acompanhar a reunião da Organização Internacional Epizootias (OIE) na expectativa de que o Estado seja reconhecido internacionalmente como livre de febre aftosa sem vacinação.

Desde 2005, quando foi detectado o foco da doença no Paraná, a Rússia suspendeu a compra de carne catarinense. As agroindústrias do estado deixam de vender mensalmente cerca de 17 mil toneladas de carne, além de mais de 100 mil suínos vivos represados nas 12 mil propriedades catarinenses.

Desde maio de 2000, sem foco de febre aftosa, o Estado é reconhecido pelo Ministério da Agricultura como livre da doença sem vacinação e considerado possuir o rebanho mais sadio do Brasil, estando há 14 anos sem febre aftosa.

O Governo do Estado investiu na contratação de 160 novos médicos veterinários, objetivando o fortalecimento da estrutura de defesa animal. Atualmente são 340 médicos veterinários, 429 fiscais para o controle do trânsito de animais e 327 auxiliares. A estrutura física para proteção sanitária é composta de 69 postos fixos e de 22 postos móveis de controle do trânsito de animais e seus produtos, nas divisas com o Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina.

Segundo Ceron, o certificado da OIE credencia Santa Catarina a buscar novos mercados exteriores de carnes, abrindo possibilidade de remuneração melhor para a cadeia produtiva, especialmente para os pequenos produtores. As informações são da assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural de Santa Catarina.

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