Semana inicia gelada no Sul e no Sudeste

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Semana inicia gelada no Sul e no Sudeste

A segunda-feira já começa gelada no Sul e no Sudeste. Os termômetros podem marcar zero grau, na Serra da Mantiqueira, entre São Paulo e Minas
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O final de semana foi de tempo seco na maior parte do país. Os maiores volumes de chuva foram registrados na faixa que começa no norte do Rio Grande do Sul e vai até o sul de Goiás. Em Iguape, São Paulo, e em Castro, no Paraná, o índice chegou aos 78 milímetros. Na região Sul, o frio foi intenso. Geou forte em vários municípios. Em Bom Jesus, no Rio Grande do Sul, e em São Joaquim, Santa Catarina, houve registro de neve.

A segunda-feira já começa gelada no Sul e no Sudeste. Os termômetros podem marcar zero grau, na Serra da Mantiqueira, entre São Paulo e Minas. Áreas de instabilidade deixam o tempo instável no extremo sul do Brasil. No centro do país, uma forte massa de ar seco impede a formação de nuvens. Tempo seco e muito frio na maior parte do Sul. Áreas de instabilidade provocam chuva rápida no Rio Grande do Sul. Faz sol no Sudeste. Dia chuvoso no nordeste de Minas Gerais e no sul do Espírito Santo. Dia ensolarado e seco no Centro-Oeste. A umidade do ar volta a cair. Previsão de sol para o Nordeste. Há possibilidade de pancadas de chuva, à tarde, no norte do Ceará, do Piauí e do Maranhão. Sol o dia todo em Rondônia, no Tocantins, no sul do Amazonas e no centro-sul do Pará. Nas outras áreas da região podem ocorrer pancadas de chuva.

Na terça-feira, a massa de ar frio continuará atuando na região Sul. A temperatura segue baixa e pode gear na fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina e o Uruguai. No centro do país, o tempo fica seco por conta do ar quente que está sobre a região. Podem ocorrer pancadas de chuva em parte das regiões Norte e do litoral do Nordeste.

Até sábado o volume de chuva pode chegar aos 90 milímetros no noroeste do Amazonas e no centro-sul de Roraima. O mesmo índice é esperado entre o leste de Sergipe e da Paraíba. São esperados 50 milímetros no nordeste do Pará e no norte do Maranhão. O acumulado não passa dos 30 na faixa litorânea entre a Bahia e o Rio Grande do Sul.


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