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Setor lácteo terá ano movimentado

Retorno dos investimentos depende de acordos comerciais e sanitários entre o governo brasileiro e outros países


O ano promete ser movimentado para o setor de lácteos no Brasil. No Rio Grande do Sul, a realidade não será diferente, com obras em andamento e inaugurações. Porém, o retorno dos investimentos depende de acordos comerciais e sanitários entre o governo brasileiro e outros países. A expectativa é dos dirigentes de empresas que têm negócios no Estado. É o caso da Laticínios Bom Gosto, que inaugura, em julho, a ampliação da unidade de Tapejara, onde foram injetados R$ 35 milhões. O cronograma de obras sofreu leve atraso, segundo o presidente Wilson Zanatta, devido à dificuldade de contratação de mão-de-obra. A planta de leite em pó terá capacidade para beneficiar 600 mil litros por dia, que se somarão ao beneficiamento de 1 milhão de litros diários em Erechim e Fazenda Vila Nova. No Brasil, o laticínio industrializa 2,7 milhões de litros por dia.

A Bom Gosto adquiriu recentemente a planta da Parmalat em Garanhuns, em Pernambuco, por R$ 31 milhões. A empresa possui unidade em Carazinho, considerada estratégica para os negócios, segundo comunicado. Questionada sobre os investimentos de R$ 100 milhões no município e em Alegrete, anunciados em 2008, a Parmalat apenas reafirmou interesse no Estado.

Ricardo Menezes, diretor de relações institucionais da Perdigão, proprietária da Eleva, informou que houve reprogramação da fábrica de leite em pó em Três de Maio, que somente será inaugurada em 2011. Os investimentos são de R$ 60 milhões.

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