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Sistema Campo Limpo investe em gestão de qualidade

Método é referência em todo o país


Busca pela excelência nos processos contribui para tornar o Sistema Campo Limpo referência no País e no mundo

O Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas), formado por agricultores, fabricantes – estes representados pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) -, canais de distribuição e com apoio do poder público, encaminhou para o destino ambientalmente correto mais de 260 mil toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos em todo o País, desde 2002. O foco constante no aperfeiçoamento e a gestão da qualidade possibilitam os resultados que posicionam o Brasil como referência mundial na destinação desse tipo de material.

Atualmente, o sistema é formado por uma rede nacional com mais de 400 unidades de recebimento distribuída por 25 estados e Distrito Federal, gerenciada cerca de 270 associações de distribuidores e cooperativas. O modelo de governança do Sistema Campo Limpo segue as práticas mais utilizadas no mercado. Hoje, 94% das embalagens primárias (aquelas que entram em contato direto com o produto) são retiradas dos campos brasileiros e, desde sua criação, ele evitou, por exemplo, o consumo de um volume de água equivalente a 36 milhões de caixas de água.

“A busca pela excelência na gestão da qualidade é especialmente importante, já que se trata de uma cadeia com muitos elos, diferentes culturas regionais, e que lida com questões relevantes para o meio ambiente e para a sustentabilidade da atividade rural no país”, afirma João Cesar Rando, diretor-presidente do inpEV.

A implantação do sistema de gestão da qualidade foi iniciada em janeiro de 2011 e concluída em dezembro do mesmo ano, atestada pela empresa de certificação BRTÜV. O modelo de governança levou o instituto a ter suas atividades certificadas de acordo com a norma ABNT NBR ISO 9001:2008. Além de a certificação abranger uma série de elementos que garantem a qualidade da administração, como mecanismos de controle, acompanhamento de resultados, gestão e exercício das atividades seguindo procedimentos e rastreabilidade das embalagens, ela trouxe para o instituto uma clareza maior sobre a responsabilidade em difundir padrões elevados de qualidade para todos os envolvidos no Sistema.

Para conquistar maior eficiência com menores custos e impactos ambientais, foram implementados o Comitê de Logística e o Comitê de Embalagens, coordenados pelo inpEV e formados por representantes das empresas fabricantes associadas. Por meio da troca de conhecimento das empresas nessas áreas, o instituto espera aperfeiçoar a operação do sistema, encontrando soluções inovadoras para os desafios do processo.

De acordo com o diretor-presidente do inpEV, longe de permanecer estagnado no patamar que alcançou, o sistema investe em iniciativas que garantam melhorias contínuas nos diversos processos. Essa postura se traduz ainda nas ações de educação e conscientização ambiental dos agentes do sistema sobre suas responsabilidades na prática da logística reversa e nas ações de comunicação, como no caso do relatório anual de sustentabilidade do instituto que segue as diretrizes da Global Reporting Initiative™ e na publicação referente ao exercício 2012 obteve o nível B de reporte de indicadores.

 
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