Na Bolsa de Chicago a soja recupera mais 3,87%, puxada pelo risco climático e pelo milho via farelo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para setembro fechou em nova alta de 3,87% ou $ 57,0 cents/bushel a $ 1530,0”, comenta.
“A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta de 2,12%, ou $ 28,75 cents/bushel a $ 1385,25. O contrato de farelo de soja para agosto fechou em nova forte alta de 5,52% ou $ 37,6/ton curta a $ 478,25 e o contrato de óleo de soja para agosto fechou em alta de 0,48% ou $ 0,29 libra-peso a $ 60,30”, completa.
Enquanto isso, o Dólar recuou 0,38% para R4 5,3492 com alta das comodities e ajustes. “Após muita instabilidade e trocas de sinal, o dólar à vista se firmou em queda na última hora de negócios e encerrou a sessão desta terça-feira (26) abaixo da linha de R$ 5,35. Lá fora, o dia foi marcado por sinal predominante de alta da moeda americana tanto em relação a divisas fortes quanto emergentes, dada a postura cautelosa de investidores na véspera da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano). Por aqui, a alta de 0,13% do IPCA-15 em julho, levemente abaixo das expectativas, não chegou a ter papel relevante na formação da taxa de câmbio”, indica.
“Com variação de cerca de seis centavos entre a mínima (R$ 5,3360) e a máxima a (R$ 5,3929), o dólar à vista encerrou o dia cotado a R$ 5,3492, em baixa de 0,38%, após ter recuado 2,35% ontem. Os ganhos acumulados em julho, que no pregão de sexta-feira superavam 5%, agora são de 2,19%”, conclui.