Universidades trazem o conhecimento acadêmico para a Expodireto

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Universidades trazem o conhecimento acadêmico para a Expodireto

Nesta edição, quatro instituições de ensino estão presentes no evento apresentado trabalhos acadêmicos e novas pesquisas
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A Expodireto Cotrijal é um grande centro de conhecimento para os produtores rurais, inclusive com a presença de universidades. Nesta edição, quatro instituições de ensino estão presentes no evento apresentado trabalhos acadêmicos e novas pesquisas.

Um exemplo é a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que lançou na quarta-feira (13) o Boletim Analítico do Mercado da Soja. O informativo está disponível no estande da instituição e contém uma análise aprofundada sobre as indefinições do desfecho das negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

Segundo o economista e doutor em Ciências Agrárias, Nilson Luiz Costa, a formação do preço da soja no Brasil é associada, principalmente, pelas cotações dos Futuros de Soja em Chicago, pelo Prêmio de Exportação no Brasil e pela Taxa de Câmbio.

“O acompanhamento desta conjuntura permite a realização de prognósticos e possíveis cenários que podem ajudar na elaboração de uma política de comercialização de produção”, afirma Costa, editor do Boletim.

O informativo é produzido pelo Núcleo de Pesquisa em Economia do Agronegócio, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR) e ao Curso de Graduação em Ciências Econômicas da UFSM - Campus Palmeira das Missões. A publicação está disponível para download no link http://w5.ufsm.br/grupos-de-pesquisa/npea/indices/mercado-da-soja/.

Trigo Mourisco

A Universidade da Cruz Alta (Unicruz) trouxe para a feira uma lavoura de trigo mourisco, alternativa para pequenos produtores. “O trigo mourisco gera uma farinha mais escura e livre de glúten. É um cultivar precoce e cultivada em terra de fertilidade baixa”, informa o professor João Fernando Zamberlan, dos cursos de Agronomia e Mestrado em Desenvolvimento Rural da Unicruz.

O trigo mourisco, segundo Zamberlan, possui um ciclo na faixa de 85 a 90 dias, sendo que em 35 dias já ocorre a floração. “É altamente melífero. A flor produz muito pólen, sendo atrativo para as abelhas. Pode gerar uma produtividade de até 100 quilos de mel por hectare”, garante o professor.

Teste de sementes

No estande da Universidade de Passo Fundo (UPF), o destaque é o Laboratório de Sementes, que atende as demandas de análises de setores de produção, como produtores de sementes, cooperativas, prefeituras, escritórios de assistência técnica. No local, o laboratorista Pablo Fernando Arendt apresenta diferentes espécies de sementes aos produtores.

O especialista atesta a qualidade das sementes de soja produzidas na região do Planalto, em análises  que incluem teste de pureza, verificação de outras cultivares, peso de mil sementes (PMS), peso do hectolitro (PH), teste de poder germinativo (%), teste de vigor, teste de umidade, entre outros. “Ano passado, de forma geral, a qualidade das sementes de soja da região era muito boa”, avalia Arendt.

Ciclo da soja

O espaço da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) - Campus Carazinho é ideal para os visitantes que desejam conhecer o ciclo de produção da soja. “Apresentamos parte do trabalho do produtor, do plantio até a colheita. Nisso, explicamos a importância de ter um manejo adequado em cada ciclo e quais pragas poderão ser enfrentadas e as soluções”, relata o professor Diogo Moreira, professor da área de gestão.

O espaço é administrado pelo Curso Tecnológico em Agronegócio. No estande, também estão presentes acadêmicos de outros cursos que oferecem serviços gratuitos aos visitantes.
 


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