Mancha parda
Carvão branco (Entyloma dahliae) Culturas Afetadas:
Esta doença causa manchas foliares que depreciam o valor comercial das plantas em vasos. A doença poder ser reconhecida com dificuldade pelos produtores devido a que com freqüência é necessário o exame microscópico para observar os ustilósporos dentro do tecido foliar. Esta doença tem ampla distribuição a nível mundial, encontrando-se nos mais diversos tipos de climas. No Brasil existem registros no Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.
Danos: O sintoma típico da doença são as manchas branco-pardecentas na superfície inferior das folhas. As lesões apresentam-se na superfície inferior das folhas como manchas brancas, arredondadas, elípticas ou irregulares, de até 1 cm de diâmetro, tornando-se pardacentas na medida que amadurecem.
Controle: Existem espécies de Dahlia que são não-hospederias do patógeno, mas não há variedades ou cultivares das espécies hospedeiras que apresentem algum tipo de resistência a E. dahliae. Devem retirar-se e destruir-se os restos de plantas infectados. Manter os vasos bem espaçados dentro da estufa para facilitar a circulação do ar. Evitar a irrigação por aspersão. Aplicação de calcário e fertilização abundante em potássio ajudam no controle da doença.