Bula 2,4-D Fersol

CI
2,4-D
1228803
Ameribrás

Composição

2,4-D 867 g/L
Equivalente ácido de 2,4-D 720 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus retroflexus (Caruru gigante) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina virginica (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polygonum convolvulus (Cipó de veado) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Dosagem Calda Terrestre
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Baldes metálicos com 20 litros. Embalagens retornáveis (bombona plástica em polietileno) de 5, 10, 20 litros. Tambores metálicos com 200 litros.

INSTRUÇÕES DE USO (Culturas, Plantas Infestantes, Doses)

O produto 2,4-D Fersol é um herbicida hormonal do grupo dos fenoxiacéticos indicado para as culturas indicadas na bula.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

A pulverização deve ser feita em pós-emergência da pastagem, da cana-de-açúcar e das plantas infestantes, quando as mesmas estiverem com 3 a 6 cm de altura (4 a 5 folhas), em intenso desenvolvimento vegetativo, preferencialmente após período chuvoso, e em pré-emergência das culturas de soja e trigo no plantio direto.

MODO DE APLICAÇÃO

O produto deve ser aplicado por equipamentos tratorizados, de modo a cobrir uniformemente as plantas a serem controladas.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL
Para as culturas Pastagem, Cana-de-açúcar, Trigo e Soja, o 2,4-D Fersol deve ser aplicado com pulverizador tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada de acordo com as especificações do fabricante. Procurar utilizar equipamentos adequados e bem calibrados, com pressão de trabalho e tecnologia que proporcione tamanhos de gotas que minimizem a ocorrência de deriva:
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Pulverizadores terrestres:
- Vazão: 400 litros/ha de calda
- Tamanho de gotas: VMD 110 – 150
- Número de gotas: 30 – 50gotas/cm²
- Tipos de bicos: 80.03, 80.04, 110.03, 110.04
- Pressão de trabalho: 60 – 100 psi (400 –660kPa)

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a55%;
- Velocidade do vento inferior a 10km/h;

É obrigatório o uso de equipamentos de aplicação que utilizem tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para aplicação tratorizada nas culturas de café e cana-de-açúcar.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, equipamentos diferentes e regulagens específicas seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Trigo: Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três meses após o plantio ou corte.
Milho: O intervalo de segurança para a cultura do milho convencional é não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm. Para o milho geneticamente modificado que expressa resistência ao 2,4-D, o intervalo de segurança é de 70 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Pastagem: Uso não alimentar.
Soja: O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificado que expressa resistência ao 2,4-D, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado nos intervalos de reentrada específicos para as seguintes culturas e durações de atividades de reentrada: de 13 e 31 dias para cana-de-açúcar (atividades de 2 e 8h, respectivamente); de 18 dias para soja (atividades de 8h); de 5 e 23 dias para pastagem (atividades de 2 e 8h, respectivamente), e de 2 e 20 dias para trigo (atividades de 2 e 8h, respectivamente), e antes de 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar. Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s – macacão hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas) recomendados para o uso durante a aplicação.
Após o intervalo de reentrada é necessário a utilização de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luva como equipamento de proteção individual (EPI) para realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo2,4-D.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico às culturas indicadas dentro das dosagens e usos recomendados.
Compatibilidade: Não misturar o produto com óleos.
Outras restrições: Não aplicar o produto próximo a culturas sensíveis ou quando haja perigo de deriva para as mesmas, tais como dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais e bananeiras.
Lavar bem o equipamento utilizado na aplicação de 2,4 – D Fersol antes de outro uso.
- Implementar bordadura de no mínimo, 10 metros livres de aplicação costal e tratorizada de 2,4-D, com início no limite externo da plantação em direção ao seu interior sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
- Não realizar atividades cumulativas das atividades de mistura, abastecimento e aplicação tratorizada de 2,4-D pelo mesmo indivíduo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência.
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). O produto herbicida 2,4-D Fersol é composto pelo ingrediente ativo 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação como mimetizadores da auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA PARA HERBICIDA

Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas devidamente registrados para a cultura, com diferentes mecanismos de ação.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação.
Muitos fatores de resistência, podem ser responsáveis para o pequeno desempenho do produto.
Estes incluem:
a) Fatores da aplicação do herbicida: por exemplo, dose imprópria ou sincronismo; pulverização inadequada.
b) Condições do solo: por exemplo, umidade do solo; semente de baixa qualidade; adsorção.
c) Circunstâncias climáticas: por exemplo, chuva; temperatura.
d) Fatores da planta daninha: por exemplo, tamanho das plantas daninhas; germinação subsequente; infestação muito elevada.




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