Bula Abone

acessos
Diuron
12014
Albaugh

Composição

Diurom 500 g/L Uréia

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,6 a 3,2 L p.c./ha 350 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pós-emergência, em jato dirigido, quando as plantas infestantes tiverem no máximo de 2 a 4 folhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,4 a 4 L p.c./ha 240 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,6 a 3,2 L p.c./ha 350 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pós-emergência, em jato dirigido, quando as plantas infestantes tiverem no máximo de 2 a 4 folhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2,4 a 4 L p.c./ha 240 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,6 a 3,2 L p.c./ha 350 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pós-emergência, em jato dirigido, quando as plantas infestantes tiverem no máximo de 2 a 4 folhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2,4 a 4 L p.c./ha 240 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,6 a 3,2 L p.c./ha 350 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pós-emergência, em jato dirigido, quando as plantas infestantes tiverem no máximo de 2 a 4 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
2,4 a 4 L p.c./ha 240 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Vassourinha curraleira
(Sida acuta)
1,6 a 3,2 L p.c./ha 350 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pós-emergência, em jato dirigido, quando as plantas infestantes tiverem no máximo de 2 a 4 folhas
Vassourinha curraleira
(Sida acuta)
2,4 a 4 L p.c./ha 240 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 350 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pós-emergência, em jato dirigido, quando as plantas infestantes tiverem no máximo de 2 a 4 folhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 240 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 350 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pós-emergência, em jato dirigido, quando as plantas infestantes tiverem no máximo de 2 a 4 folhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 240 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 350 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pós-emergência, em jato dirigido, quando as plantas infestantes tiverem no máximo de 2 a 4 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 240 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 350 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pós-emergência, em jato dirigido, quando as plantas infestantes tiverem no máximo de 2 a 4 folhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 240 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 350 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pós-emergência, em jato dirigido, quando as plantas infestantes tiverem no máximo de 2 a 4 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 240 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação. 120 dias Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura

Frasco - Plástico - 0,1;0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5 litros.
Bombona/Balde - Metálico - 5,0; 10; 15; 20; 25 litros.
Bombona/Balde - Plástico - 5,0; 10; 15; 20; 25 litros.
Tambor - Metálico - 20; 50; 100; 150; 200; 250 litros.
Tambor - Plástico - 20; 50; 100; 150; 200; 250 litros.
Container - Interno — polietileno Externo — maderite - 1.000 litros
Tanque portátil - Metálico - 1.000; 5.000; 10.000 e 25.000 litros.

ABONE deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, através de pulverização terrestre:
pulverizador costal manual ou pressurizado; tratorizado; ou através de aeronaves agrícolas.
Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Ocorrendo chuvas nas primeiras 6 horas após a apli eficiência do produto poderá diminuir.
Manter uniformidade da calda de pulverização e a boa cobertura das plantas infestantes e/ou do solo.
Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.Equipamentos de aplicação:
ABONE pode ser aplicado através de pulverizadores costal manual ou pressurizado; tratorizado com barra e através de aeronave agrícola. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico.
Pulverização terrestre:
Equipamentos: pulverizador costal manual ou pressurizado; tratorizado de barra com pressão constante (15 a 50 Ib/poI2).
Pressão da bomba 40-60 lb/pol2; barra equipada com bicos 80:04 distanciados 50 cm entre si; altura de 50 cm do solo. Durante a aplicação evitar sobreposições, pois causará aumento da concentração do produto além do recomendado.
Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo. A barra em toda sua extensão deve estar na mesma altura.
Tipos de bico: pontas de jato plano (ex.: Teejet, XRTeejet, DGTeejet ou TurboFloodjet) e de jato cônico (ex.: Fulljet); na pós-emergência usar pontas de jato plano (XRTeejet, Twinjet, TurboFloodjet) e de jato cônico (Conejet), de acordo com as recomendações do fabricante.
Temperatura: inferior a 27°C; Umidade relativa: superior a 55%; Velocidade do vento: inferior a 10 Km/h. Volume de aplicação: 240 à 400 L de calda/ha em pré-emergência 350 à 800 L de calda/ha em pós emergência.
Manter agitação contínua no tanque de pulverização e fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento de pulverização para evitar a sobreposição nas faixas de aplicação. Recomenda-se o uso de anti-gotejante nas pontas e marcadores que evitem a sobreposição de barras.
- Pulverização através de aeronaves:
Ventos com velocidade inferior a 10 km/hora, umidade relativa maior que 70% e temperatura inferior a 25°C.
Bicos: jato plano da série 80.10 ou 80.15. Aviões IPANEMA: 40 a 42 bicos, fechando de 4 a 5 em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximo à fuselagem, mantendo em operação os oito bicos sob a fuselagem (barriga), e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Diâmetro e densidade de gotas: DMV de 420 a 480 gm e densidade mínima de 20 gotas/cm2. Não realizar aplicações com bicos rotativos tipo MICRONAIR.
Altura de vôo: Aviões IPANEMA: 4 a 5 metros em relação ao topo da cultura. Outros modelos de aeronaves agrícolas: altura mínima de 3 a 4 metros em relação ao topo da cultura.
Faixa de deposição para Aviões IPANEMA e similares: faixa máxima de 15 m. viões randes: não deverá exceder 22 m.
Ângulo da barra: entre 120 e 135° (UR > 70%). Volume de aplicação: 30 a 50 L/ha.
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o departamento técnico da CONSAGRO AGROQUIMICA LTDA.
Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
A aplicação aérea somente deverá ser feita em pré-emergência da cultura com acompanhamento de um profissional técnico especializado.
Recomendações gerais:
- Gerenciamento de deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
- Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 gm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
- Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
- Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
- Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico. Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor. Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3,0 m acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
- Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor possível para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura com o mínimo de solavancos, proporcionando sobreposição homogênea dos jatos dos bicos.
- Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
- Temperatura e umidade: Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
- Inversão Térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em cama.
Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar ABONE mantendo o misturador mecânica ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a s1icação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA: Algodão 120 dias;
Cana-de-açúcar 150 dias
INTERVALO DE RE-ENTRADA DE PES OAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS).
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Somente utilizar as doses recomendadas.
Para rotação de culturas observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação do produto para o plantio das culturas para as quais o produto ABONE não está registrado.
Não aplicar através de sistemas de irrigação.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos' na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamentos de proteção individual — EPIs: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança, com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamentos de proteção individual — EPIs: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
,Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados nas seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. Torne banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI:
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receituário agronômico do produto.
- Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
- Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
- Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
- Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INFORMA ÕES MÉDICAS - DIUROM
Grupo químico - Uréia
Vias de exposição - Oral, dermal e Inalatória.
Toxicocinetica - A excreção ocorre através das fezes e da urina em animais de experimentação. O principal metabólito em cães foi o 3,4-dichlorophenyl urea. A degradação do composto é similar em animais, plantas e no solo. Primeiramente os grupamentos metila (CH3) são removidos, e então a estrutura é degradada. Em vacas alimentadas com doses muito baixas de Diurom na dieta houve pequenas quantidades de resíduos presentes no leite. Em bovinos alimentados com baixas doses do ativo, pequenas quantidades acumularam-se na gordura e músculos, fígado e rins. Um armazenamento muito pequeno é esperado nas condições de uso. Outros metabólitos também presentes na urina além do N-(3,4-Dichlorophenyl) mas em menores quantidades foram N-(3,4- Dichlorophenyl )-N'-Methylurea, 3,4-Dichloroaniline e 3,4-Dichloropheno.
Mecanismos de toxicidade: O mecanismo de toxicidade do Diurom para seres humanos não é bem estabelecido. Em doses muito elevadas a formação de metabólitos hidroxilados, sobretudo a 3,4-dicloroanilina, tem grande atividade oxidante sobre a hemoglobina, e podem ser responsáveis pela formação de metahemoglobina (HSDB)
Sintomas e sinais clínicos: O contato direto com os olhos, pele e mucosas pode produzir irritação com sinais inflamatórios. Em casos de ingestão pode ocorrer náusea, vômito, diarréia, dor de cabeça. A inalação de grandes concentrações pode provocantosse e dispnéia. Estudos em animais alimentados com altas doses demonstraram diminuição da contagem de hemácias, aumento da metahemoglobina e de transaminases. Cães alimentados com doses muito elevadas por 1 ou 2 anos, apresentaram aumento do peso relativo e absoluto do fígado e baço. O contato direto e excessivo com apele pele pode causar edema e eritema discretos.
Diagnóstico: O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível. Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais a análise de Diurom ou de seus metabólitos em material biológico embora difícil pode ser útil. Em casos com presença de cianose a dosagem de metahemoglobina deve ser solicitada.
Tratamento: A descontaminação do paciente como em casos de derramamento onde existe o risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrilica.
Não há antídoto específico. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades,
procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados desde que em tempo hábil. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção do princípio ativo pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica. Em caso de cianose, dosar metahemoglobina e caso esteja elevada proceder a administração de solução de azul de metileno estéril via endovenosa para correção.
Contra-indicações O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos efeitos sinérgicos.
ATENÇÃO: Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: 0800-014-1149
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O Mecanismo de ação tóxica do Diurom para seres humanos não está bem estabelecido. Após a administração oral à ratos, o Diurom foi rápida e extensamente absorvido (Tmax 1,7-1,9 h) e uma circulação entero-hepática foi evidenciada através da técnica de fístula biliar. A eliminação do Diurom e seus metabolitos foram completos, com a maioria excretada dentro das primeiras 24 h, principalmente na urina, e, em menor quantidade nas fezes (proporção 1: 5 a 10 fezes: urina). Os maiores níveis de resíduos foram geralmente encontrados no sangue, fígado e rins, quatro dias após a administração. Não houve acúmulo significativo evidenciado nos tecidos após doses repetidas. O metabolismo do Diurom foi extenso, com apenas uma pequena quantidade (<2%) do composto pai presente nas fezes.
Oito metabólitos na urina e quatro nas fezes foram caracterizados, bem como alguns metabolitos desconhecidos.
A biotransformação do Diurom consistiu em N-desmetilação, oxidação, hidroxilação e conjugação.
Os principais metabolitos, 3 - (3,4-diclorofeniI)-1-metil uréia e 3 - (3,4-uréia diclorofenil), bem como 3,4-dicloroanilina, também foram detectados no material excretado após a inalação de Diurom.
Em envenenamentos por ingestão acidental de Diurom, os metabolitOs 3 - (3,4- diclorofeniI)-1-metil uréia, 3 - (3,4-uréia) diclorofenil e / ou 3,4-dicloroanilina foram detectados no sangue e / ou urina. Com base nas informações, a via metabólica no ser humano é semelhante à do rato.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - produto formulado): Efeitos agudos:
DL50 oral aguda (ratos): > 300 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em 4h (ratos) > 3,361 mg/L p.c. DL50 dérmica (ratos) > 4.000 mg/kg
Irritação dérmica: o produto mostrou-se pouco irritante para a pele de coelhos.
Irritação ocular em coelhos: o produto mostrou-se pouco irritante para os olhos de coelhos.
Sensibilização dérmica em cobaias: o produto foi considerado não sensibilizante.
Efeitos crônicos:
Os órgãos mais afetados são o sistema hematopoiético, a bexiga urinária e a pelve renal. Danos aos eritrócitos resultam em anemia hemolítica e hematopoiese compensatória, que é manifestada por um decréscimo na contagem de eritrócitos, hemoglobina e hematócrito, aumento do volume corpuscular médio e hemoglobina corpuscular média, presença de formas anormais de eritrócitos e contagens anormais de reticulócitos e leucócitos. Foram feitas observações de regeneração eritrocitária em estudos crônicos em ratos, camundongos e cães. Foi observado em estudos crônicos em ratos e camundongos recebendo altas dosagens o aumento da incidência de edema e espessannento da parede da bexiga urinária. Avaliações macroscópicas revelaram aumento dose-relacionado na severidade de hiperplasia epitelial focal da bexiga urinária e pélvis renal em ambos os sexos. Os dados disponíveis não revelam qualquer indício de toxicidade reprodutiva. Existem evidências limitadas para efeito carcinogênico, relacionadas ao aparecimento de carcinomas em ratos e camundongos.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero-agrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Consagro Agroquímica Ltda. — telefone de Emergência: 0800-0141149.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
2. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
ORIENTAÇÃO PARA EMBALAGEM RÍGIDA OU FLEXÍVEL LAVÁVEL:
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
ORIENTAÇÃO PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
2 DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos Responsáveis)

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

- O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes a estes herbicidas.
- Utilizar a rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o herbicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle cultural, biológico, etc.), rotação de culturas, dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as ecomendações locais para o manejo de resistência