Bula Abone - Albaugh

Bula Abone

Diurom
12014
Albaugh

Composição

Diurom 500 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Achyrocline satureioides (Macela)
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Solanum americanum (Maria preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Achyrocline satureioides (Macela)
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Solanum americanum (Maria preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Achyrocline satureioides (Macela)
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Solanum americanum (Maria preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Achyrocline satureioides (Macela)
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Solanum americanum (Maria preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frasco - Plástico - 0,1;0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5 litros.
Bombona/Balde - Metálico - 5,0; 10; 15; 20; 25 litros.
Bombona/Balde - Plástico - 5,0; 10; 15; 20; 25 litros.
Tambor - Metálico - 20; 50; 100; 150; 200; 250 litros.
Tambor - Plástico - 20; 50; 100; 150; 200; 250 litros.
Container - Interno — polietileno Externo — maderite - 1.000 litros
Tanque portátil - Metálico - 1.000; 5.000; 10.000 e 25.000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO

ABONE é um herbicida para aplicação em pré e pós-emergência, seletivo, de ação sistêmica, indicado para o controle de plantas infestantes nas áreas cultivadas das culturas de algodão, café, cana-de-açúcar e citros.

MODO DE APLICAÇÃO

ABONE deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, através de pulverização terrestre com uso de pulverizador costal manual ou pressurizado, tratorizado, ou através de aeronaves agrícolas. Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Manter uniformidade da calda de pulverização e a boa cobertura das plantas infestantes e/ou do solo. Nas aplicações de pré-emergência, o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido. Preparo da calda: ABONE deve ser misturado diretamente no tanque do pulverizador, o qual deverá ter 1/3 de sua capacidade com água. Após adição do produto, completar o volume do tanque, mantendo a calda em agitação constante. Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

Equipamentos de aplicação

ABONE pode ser aplicado através de pulverizadores costal manual ou pressurizado, tratorizado com barra e através de aeronave agrícola. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico.

Pulverização Terrestre

Equipamentos: pulverizador costal manual ou pressurizado; tratorizado de barra com pressão constante, seguindo as recomendações técnicas do fabricante do equipamento. Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo. A barra em toda sua extensão deve estar na mesma altura.

Tipos de bico: pontas de jato plano e de jato cônico, de acordo com as recomendações do fabricante. Para informação do volume calda, seguir as recomendações indicadas nas instruções para cada cultura. Manter agitação contínua no tanque de pulverização e fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento de pulverização para evitar a sobreposição nas faixas de aplicação. Recomenda-se o uso de anti-gotejante nas pontas e marcadores que evitem a sobreposição de barras.

Pulverização aérea

Aviões agrícolas poderão ser usados na aplicação de ABONE na cultura de cana-de-açúcar e algodão. A altura de vôo não pode ser maior que 4 metros em relação ao alvo. A largura da faixa deve ser ajustada de acordo com as características de cada aeronave, podendo variar de 12 a 16 metros. Para a cultura de algodão, a aplicação aérea só poderá ser feita na pré-emergência da cultura. Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.

Condições Climáticas

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
- Evitar as aplicações nas horas mais quentes do dia;
- Ocorrência de chuvas consideradas normais, após a aplicação em pré-emergência, favorecem melhores resultados de eficiência;
- Ocorrência de chuvas denominadas torrenciais, podem provocar aumento na lixiviação e redução da eficiência.

Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental (Vide a seguir recomendações para gerenciamento de deriva). Siga as restrições existentes na legislação pertinente. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as orientações de um Engenheiro Agrônomo. Recomendações Gerais para Gerenciamento de Deriva: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. A tomada de decisão para aplicação deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

Inversão Térmica

O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão: 120 dias
Café: 30 dias
Cana-de-açúcar: 150 dias
Citros: 60 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Para rotação de culturas observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação do produto para o plantio das culturas para as quais o produto ABONE não está registrado.
- Não aplicar através de sistemas de irrigação.
- Não aplicar o produto em solo seco. Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado de acordo com tais recomendações, não causará danos às culturas indicadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. O herbicida ABONE é composto por diurom, que tem ação de inibir a fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).